"Viajamos para o que podíamos ser. Talvez já não chegue para a fé mas ainda não chega para uma bala. A grande fé é imóvel, é o próprio movimento, eis tudo. São os infiéis que inventam o movimento."
Alexandra Lucas Coelho, in Público de 23/03/2007
domingo, 25 de março de 2007
quinta-feira, 22 de março de 2007
New Blogger só chateia
Por ser novo, devia facilitar o trabalho dos bloggers. Mas, ao invés disso, o New Blogger só nos chateia a cabeça e complica as coisas simples. Para já, gostava de saber o que é que o New Blogger tem contra acentos, aspas, cedilhas e outros que tais?
(E não vale dizer que a culpa é do alfabeto português, que usa muitas coisas estranhas ao básico inglês)
(E não vale dizer que a culpa é do alfabeto português, que usa muitas coisas estranhas ao básico inglês)
sexta-feira, 16 de março de 2007
«The Mommy Test»
«I was out walking with my 4 year old daughter. She picked up something off the ground and started to put it in her mouth. I took the item away from herand I asked her not to do that. "Why?" my daughter asked. "Because it'sbeen on the ground, you don't know where it's been, it's dirty and probably has germs" I replied.
At this point, my daughter looked at me with total admiration and asked,"Mommy, how do you know all this stuff? You are so smart."
I was thinking quickly. "All moms know this stuff. It's on the Mommy Test. You have to know it, or they don't let you be a Mommy." We walked along in silence for 2 or 3 minutes, but she was evidently pondering this newinformation.
"OH...I get it!" she beamed, "So if you don't pass the test you have to be the daddy."
"Exactly" I replied back with a big smile on my face.»
PS - Este texto chegou-me via email, mas acho que merece ser postado para outras bravas lerem e sorrirem, eheh!
At this point, my daughter looked at me with total admiration and asked,"Mommy, how do you know all this stuff? You are so smart."
I was thinking quickly. "All moms know this stuff. It's on the Mommy Test. You have to know it, or they don't let you be a Mommy." We walked along in silence for 2 or 3 minutes, but she was evidently pondering this newinformation.
"OH...I get it!" she beamed, "So if you don't pass the test you have to be the daddy."
"Exactly" I replied back with a big smile on my face.»
PS - Este texto chegou-me via email, mas acho que merece ser postado para outras bravas lerem e sorrirem, eheh!
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Revista "CAIS" dedicada aos Açores
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
Com os pés na vida II

Olho para as imagens de Amillia e arrepio-me. Com a sua pequenez, com a sua fragilidade, com a sua resistência, com o seu sofrimento. E pergunto-me o que teria sido da campanha ao aborto se esta história tivesse sido divulgada antes do referendo
do último dia 11 de Fevereiro. Ainda bem que não foi! Não quero nem imaginar as coisas que se teriam dito dos dois lados da campanha. Há histórias que por si dizem tudo. Tal como esta imagem.
Com os pés na vida

Estes podiam ser os pés de uma boneca Barbie ou Tucha. Podiam ser, mas não são. São os pés de Amillia, nascida com 22 semanas de gestação e 284grs. É a bebé mais prematura de sempre e, contra todos os prognósticos, sobreviveu. Quatro meses depois, tem quase dois quilos e 66 cm de comprimento. A saúde estabilizou e está para ter alta do Hospital Baptista para Crianças de Miami. Ainda assim, a sua vida é um milagre da ciência e da resistência humana. Resta saber se este milagre terá um final feliz...
Arqueólogos portugueses em Stonehenge
A edição de hoje do jornal PÚBLICO chama-lhes «Os nossos agentes em Stonehenge». Refere-se aos quatro arqueólogos portugueses que estavam em Stonehenge no momento em que foram descobertas as casas onde terão vivido os construtores do monumento megalítico mais famoso do Mundo.
«Num minuto, estavam a escavar em Castanheiro do Vento, Foz Côa; no minuto seguinte, estavam a escavar em Durrington Walls, Stonehenge. É normal haver saltos destes, quânticos, quanto se trabalha em Arqueologia, mas este continua a parecer paranormal: o que faziam quatro arqueólogos portugueses em Durrington Walls, a quatro quilómetros de Stonehenge mas a 1630 quilómetros de casa, quando se descobriram as cabanas onde terão vivido os construtores do monumento megalítico mais famoso do Mundo? O mesmo que fazem há nove anos em Castanheiro do Vento. Com esta diferença: dez dias em Stonehenge valem mais (de repente, eles estão nos jornais e ainda nao perceberam porquê).»
Ana Margarida Vale, Bárbara Carvalho, Gonçalo Leite Velho e João Muralha são os quatro de quem se fala no artigo do PÚBLICO, assinado pela jornalista Inês Nadais. Os quatro de quem ainda se vai ouvir falar muito mais, digo eu. Não só porque «toda a gente quer saber o que fizeram no Verão passado», como escreve a jornalista do PÚBLICO, mas sobretudo porque estas estranhas coincidências parecem ser muito mais do que fruto do acaso. É certo que há descobertas que falam por si. Mas, por norma, a sorte só ajuda a quem muito e bem trabalha!
«Num minuto, estavam a escavar em Castanheiro do Vento, Foz Côa; no minuto seguinte, estavam a escavar em Durrington Walls, Stonehenge. É normal haver saltos destes, quânticos, quanto se trabalha em Arqueologia, mas este continua a parecer paranormal: o que faziam quatro arqueólogos portugueses em Durrington Walls, a quatro quilómetros de Stonehenge mas a 1630 quilómetros de casa, quando se descobriram as cabanas onde terão vivido os construtores do monumento megalítico mais famoso do Mundo? O mesmo que fazem há nove anos em Castanheiro do Vento. Com esta diferença: dez dias em Stonehenge valem mais (de repente, eles estão nos jornais e ainda nao perceberam porquê).»
Ana Margarida Vale, Bárbara Carvalho, Gonçalo Leite Velho e João Muralha são os quatro de quem se fala no artigo do PÚBLICO, assinado pela jornalista Inês Nadais. Os quatro de quem ainda se vai ouvir falar muito mais, digo eu. Não só porque «toda a gente quer saber o que fizeram no Verão passado», como escreve a jornalista do PÚBLICO, mas sobretudo porque estas estranhas coincidências parecem ser muito mais do que fruto do acaso. É certo que há descobertas que falam por si. Mas, por norma, a sorte só ajuda a quem muito e bem trabalha!
sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
O poder do Marketing e o efeito da publicidade II
Outro caso recente é o da guerra entre os semanários aquando do lançamento do novo jornal "Sol". O semanário estreante tinha que provar o que valia e lançou-se com força na publicidade, divulgando o seu produto nos media e em Outdoors, mas sem brindes. Já o "Expresso", apesar de ter créditos reconhecidos por todos, não ficou a dormir à sombra da bananeira, e avançou com a oferta de filmes grátis.
Escusado será dizer que os filmes é que ganharam a primeira batalha. Naquelas oito semanas ninguém foi comprar o "Expresso" pela qualidade do produto, nem tão pouco por já ser leitor fidelizado. Comprar o jornal naqueles sábados foi tarefa para madrugadores, porque por volta das 9h30 o jornal estava esgotado na maior parte das bancas do país.
Com os seus objectivos cumpridos, o dinossauro "Expresso" acabou ainda por dar uma mãozinha ao novo "Sol", porque os leitores fiéis que chegaram mais tarde às bancas acabaram por comprar o novo semanário porque o seu já tinha desaparecido. Se trocaram de vez ou não, isso só o futuro dos números o dirá. Mas, para já, o marketing venceu a publicidade.
Escusado será dizer que os filmes é que ganharam a primeira batalha. Naquelas oito semanas ninguém foi comprar o "Expresso" pela qualidade do produto, nem tão pouco por já ser leitor fidelizado. Comprar o jornal naqueles sábados foi tarefa para madrugadores, porque por volta das 9h30 o jornal estava esgotado na maior parte das bancas do país.
Com os seus objectivos cumpridos, o dinossauro "Expresso" acabou ainda por dar uma mãozinha ao novo "Sol", porque os leitores fiéis que chegaram mais tarde às bancas acabaram por comprar o novo semanário porque o seu já tinha desaparecido. Se trocaram de vez ou não, isso só o futuro dos números o dirá. Mas, para já, o marketing venceu a publicidade.
O poder do marketing e o efeito da publicidade
O que define o sucesso hoje, infelizmente, não é a qualidade. Custa dizer, mas é a verdade. Um produto menos bom poderá ter muito mais sucesso que um produto excelente. Basta que seja acompanhado de uma excelente campanha de marketing e publicidade.
O marketing está de tal forma instalado na nossa sociedade que entra pelas nossas vidas dentro quase sem darmos por ele. Mesmo quando não queremos, parece impossível escapar à onda de publicidade que nos entra pelos olhos dentro e se agarra ao nosso inconsciente. Mas há casos que são flagrantes.
A Floribela, por exemplo, já é um mega sucesso, daqueles que não parece não parar de crescer. O programa até podia ser muito bom (o que não é o caso), mas não há dúvida de que tal sucesso se deve à campanha de marketing que tem rodeado o produto. Sim, porque há muito que deixou de ser apenas um programa de televisão para crianças para passar a ser um produto. E um produto que vende que nem ginjas!
Na realidade, a Floribela vende muito melhor que as ginjas, por isso, apareceram os derivados: cds, roupa, canetas, cadernos, livros e até autógrafos. Como se não bastasse invadir o horário nobre da televisão portuguesa (na SIC e em todos os outros canais que parodiam o original), é impossível não dar de caras com um dos seus produtos em todas as lojas e hipermercados, cujos escaparates tão depressa se enchem como se esvaziam. É o poder do marketing e o efeito da publicidade. Alguém duvida?
O marketing está de tal forma instalado na nossa sociedade que entra pelas nossas vidas dentro quase sem darmos por ele. Mesmo quando não queremos, parece impossível escapar à onda de publicidade que nos entra pelos olhos dentro e se agarra ao nosso inconsciente. Mas há casos que são flagrantes.
A Floribela, por exemplo, já é um mega sucesso, daqueles que não parece não parar de crescer. O programa até podia ser muito bom (o que não é o caso), mas não há dúvida de que tal sucesso se deve à campanha de marketing que tem rodeado o produto. Sim, porque há muito que deixou de ser apenas um programa de televisão para crianças para passar a ser um produto. E um produto que vende que nem ginjas!
Na realidade, a Floribela vende muito melhor que as ginjas, por isso, apareceram os derivados: cds, roupa, canetas, cadernos, livros e até autógrafos. Como se não bastasse invadir o horário nobre da televisão portuguesa (na SIC e em todos os outros canais que parodiam o original), é impossível não dar de caras com um dos seus produtos em todas as lojas e hipermercados, cujos escaparates tão depressa se enchem como se esvaziam. É o poder do marketing e o efeito da publicidade. Alguém duvida?
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