segunda-feira, 27 de março de 2006

Força Sporting da Horta!!!!

«O Sporting Clube da Horta derrotou sábado, nos Açores, os suíços do BSV Bern Muri, na primeira mão das meias-finais de Taça Challenge, por 32-25.

Contando com o apoio do seu público, que encheu por completo o Pavilhão da Horta, os açorianos entraram melhor no jogo e depressa conseguiram uma vantagem de três golos (5-2).

Os suíços não se deixaram intimidar e não só anularam, como conseguiram dar a volta ao resultado, estando a vencer, a meio da primeira parte, por 8-5.

Depois de um período de desconcentração, o Sporting da Horta voltou a imprimir um ritmo forte na partida e chegou ao intervalo a vencer com uma confortável vantagem de 17-12.

Com um início de segunda parte alucinante, os jogadores açorianos aumentaram ainda mais a sua vantagem e a meio do segundo tempo, estavam a vencer por uma diferença de 11 golos (26-15).

Os suíços do Bern Muri ultrapassaram o período de maior desacerto ofensivo e tentaram equilibrar o marcador, conseguindo reduzir para cinco golos de diferença (24-29).

A menos de 10 minutos do fim, o Sporting voltou a defender melhor e a atacar de forma mais organizada, acabando por vencer a partida por 32-25. Uma vantagem de sete golos que a equipa açoriana considera ser fundamental para assegurar a passagem à final desta competição europeia, quando jogar a segunda mão da meia-final, a 1 de Abril em Muri, na Suiça.»

in Record, de 26 de Março

Se o Sporting da Horta ganhar esta taça, acho que a ilha explode de contentamento. E nós com ela, claro!

FORÇA Sporting! Hoje e Sempre!!!

sexta-feira, 24 de março de 2006

Maria Pintas saiu de casa!

Maria Pintas saiu de casa. Fiquei triste. Emancipou-se. Primeiro, pensei em participar o seu desaparecimento à polícia, mas depois pensei melhor, afinal ainda não passou 48 horas desde o seu desaparecimento e além do mais, iriam rir-se de mim. Se calhar arranjou namorado e foi viver com ele. Mas ela é ainda tão nova, tão imatura, tão infantil! Eu ainda não lhe tinha falado dessas coisas! Se calhar até já está grávida! E se ele a deixa? Como irá sustentar os seus filhos sozinha e abandonada? E eu, que não me apercebi o quanto tinha crescido e não tomei medidas para evitar isso! Eu até gostava que tivesse filhos, mas não para já! Talvez quando fossemos para a casa nova. Eu acho que ela ia gostar da casa nova. E agora? Como vai ser? Já me tinha habituado à sua companhia. Maria Pintas, volta para casa! Ainda acredito que é possível a amizade entre uma vaca e uma gata!

terça-feira, 21 de março de 2006

Parabens Touro sentado

Sei que o Touro não faz parte deste blog mas como costuma vir cá comentar achei por bem desejar-lhe um feliz aniversário....agora que está com 31 a caminho dos 40!!!!!!!!!!!!

Mas continuas lindo.....nem se nota as rugas nem os cabelos brancos.

Jinhos de Feliz Aniversário!!!!!

quinta-feira, 16 de março de 2006

Pelo menos não temos o Bush

American said: "We have George Bush, Stevie Wonder, Bob Hope, and Johnny Cash."
Portuguese said: "We have Jose Socrates, no wonder, no hope, and no cash."

Como não pode ser tudo mau.......sempre ficaram eles com o palerma do Bush.

terça-feira, 14 de março de 2006

Livros com gostinho açoriano...


Quem estiver por Lisboa hoje à tarde, faça o favor de passar pela "Ler Devagar", no Bairro Alto. Os autores são bons açorianos e a editora também. Portanto, apareçam!

Uma economia em franco estremecimento...

Algo de muito estranho se anda a passar no meio económico português. Durante meses e meses, falou-se de crise para aqui e para acolá, para acima e para baixo. Aparentemente, ninguém tinha dinheiro para nada...

Entretanto, o senhor "sei tudo sobre economia" ganhou as eleições presidenciais e o país estremeceu. O senhor "sou mais rico que vocês todos" aproveita e faz uma oferta para comprar a PT, que só por acaso é seis vezes maior do que a sua própria empresa. Os accionistas ainda não decidiram, mas o senhor "sei tudo sobre economia" já tomou posse do país, que continua a estremecer com forte intensidade.

Agora, foi a vez do senhor "sei tanto sobre a Opus Dei como sobre dinheiro" dizer que quer comprar o BPI, para aumentar o capital do grupo BCP. O anúncio ainda é fresquinho, mas não deve tardar nada a aparecer outra bomba nacional.

Perante tal cenário, não é difícil aos especialistas prever mais estremecimentos para breve. Provavelmente, numa empresa perto de si!

terça-feira, 7 de março de 2006

SCH na Noruega


Só queria partilhar esta foto de grupo tirada na Noruega. Não se consegue distinguir as pessoas porque estão todas perdidas dentro de muita roupa. É que estava friiiiiiiiooooooooooo!!!!!!!!!!!! Mais importante do que isso - PARABÉNS ao Sporting!!!!! O resultado do sorteio saiu hoje e a 1/2 final será disputada com a equipa da Suiça. Lá vamos nós outra vez para o frio! Pelo menos agora, já estamos todos devidamente equipados para o frio. Há mais informação sobre a viagem no site do SCH- www.schorta.pt.

Parabens Flávia

A nossa "piquena" terminou o exame á ordem e agora já temos uma grande advogada no nosso pasto.
Muitos parabéns de todo o gado.

sábado, 4 de março de 2006

Concursos

A Câmara Municipal da Horta resolveu abrir concursos para:

Cartaz da Semana do Mar 2006
Logótipo da Semana do Mar
Mascote da Semana do Mar
Marcha oficial da Semana do Mar 2006

Senhores e senhoras jeitosos para as artes façam o favor de participar. Mais informações no blog da Semana do Mar da CMH.

sexta-feira, 3 de março de 2006

«Vidas naturalmente violentas»

«Um grupo de 14 jovens, com idades compreendidas entre os 10 e os 16 anos, é suspeito de ter espancado até à morte um sem-abrigo, travesti e toxicodependente. (...)

Enquanto analiso os pormenores, só consigo lembrar-me de personagens de ficção. Vagueio por entre os rostos e os crimes dos meninos do filme “Cidade de Deus”, de Fernando Meireles, ou do livro “Capitães da Areia”, de Jorge Amado. Tento imaginar os rostos dos 14 adolescentes portugueses que se entregaram ao crime de forma tão natural quanto assustadora. E pergunto-me que vidas os terão levado a ser crianças tão violentas.

As notícias dizem que os jovens não queriam matar a vítima. Apenas dar-lhe uma lição. E que lição! Será, sem dúvida, uma daquelas que ficará para a vida. Mas para a vida de quem? Dos adolescentes? Dos responsáveis pela sua guarda? Do Estado que era suposto ajudar a recuperá-los e reinseri-los? Dos pais que não foram capazes de os educar e por isso perderam a sua guarda? Não sei, e duvido que alguém saiba. Mas facilmente imagino que estes 14 adolescentes se tenham limitado a repetir até à exaustão comportamentos que viram ou experimentaram ao longo da sua curta vida, fruto das lições que também alguém, um dia, lhes ensinou. (...)

Enquanto analiso este caso, vem-me à memória uma outra notícia, publicada esta semana no jornal Público sobre os “soldados que cresceram a brincar às guerras” em jogos de vídeo e que hoje estão «em batalha nos desertos e nas cidades do Iraque.

'Senti-me como se estivesse num jogo. Nem sequer me desconcertou responder aos disparos. Foi instinto natural. Boom! Boom! Boom! Boom!', contou ao Washington Post o sargento Sinque Swales, recordadando a primeira vez que disparou contra um inimigo, em Mosul". Esta descrição poderia ser entendida apenas como resultado de um treino militar, até porque os jogos de guerra foram incorporados na preparação dos soldados. Mas um estudo recente do Exército dos EUA deixa claro que para estes homens as teclas ‘Ctrl+Alt+Del’ são tão básicas como o ‘ABC’. (...)

Mais do que soldados bem treinados, são homens que vivem em função da guerra, passando os seus tempos livres a ver filmes sobre o tema ou a jogar em PlayStations e Xboxes que carregam para o Iraque como bagagem pessoal. O que fazem para se divertir só ajuda a tornar mais natural o acto de premir o gatilho e tirar a vida a um inimigo. Sem falhas de pontaria ou qualquer remorso na consciência.

Será exagero dizer que a sua naturalidade é semelhante às dos jovens portugueses que mataram um travesti à pancada? Não sei. Mas há, talvez, uma grande diferença. Os soldados foram criados com jogos que ensinam a disparar sem questionar, enquanto os jovens cresceram a aprender duras lições de vida. Provavelmente do mesmo género da que tentaram dar ao sem abrigo que mataram à pancada! »

Lídia Bulcão, in Jornal dos Açores, de 27/02/2006