quarta-feira, 16 de novembro de 2005
terça-feira, 15 de novembro de 2005
Os jornais que os faialenses merecem
Depois de ler os inúmeros comentários sobre a ausência dos jornais faialenses da Internet e os problemas da imprensa faialense, achei que o assunto merecia um novo desenvolvimento, porque o assunto tem contornos mais profundos do que possa parecer à primeira vista.
Pelo que a experiência profissinal me permitiu conhecer do mercado faialense e dos bastidores dos três jornais faialenses, não tenho dúvidas em dizer que o principal problema dos jornais faialenses é falta de verbas para tudo. Mas apesar de ser o mais importante, não é o único grande problema.
Talvez dois jornais diários e um semanário sejam demais para um público limitado a uma ilha com pouco mais de 15 mil habitantes, mas esse público tornou-se ainda mais limitado no momento em que desinteressou da vida do burgo e passou a olhar exclusivamente para o seu próprio umbigo, que é como quem diz para os seus próprios interesses, sejam eles políticos ou financeiros.
Quem vê de fora os jornais, não sabe que há muitos que alugam o espaço de publicidade da imprensa faialense e depois não pagam o que devem. E se os jornais não recebem a publicidade que vendem, também não podem pagar a tempo e horas aos seus fornecedores e jornalistas. E se não pagam a tempo e horas, a credibilidade perde-se e a motivação para o trabalho acaba por desaparecer.
Entramos, portanto, num círculo vicioso que é muito difícil de quebrar. Ciclo este que ainda é reforçado por outros pequenos problemas, como os provocados pelos que exigem que se noticie as actividades de uma empresa ou instituição, a que se juntam os que retiram a publicidade ou desistem da assinatura de um jornal quando são alvos da mais pequena crítica.
Quando o mercado é pequeno, as alternativas não são muitas, e por mais que as pessoas pensem que é muito fácil pôr um jornal na rua, está provado que um jornal de qualidade não sobrevive sem dinheiro.
Ao criticar-se a ausência dos jornais na Internet, é preciso olhar para o outro lado também. É verdade que a Web pode ser um bom meio de publicitar os títulos, mas também pode ajudar a afundá-los. Não só porque os leitores têm tendência a deixar de comprar o jornal se o puderem ler online (ainda que só as notícias principais), mas também porque é precisar pagar a manutenção e a actualização da página na Internet.
Por mais barato que seja ter um jornal online, não podemos esquecer que todos os tostões contam para a sobrevivência dos pequenos. E, neste caso, a sobrevivência dos três jornais parece ser já um jogo de vida ou morte, cujo desfecho pode não demorar muito a ser conhecido.
Na verdade, esse desfecho corre mesmo o risco de ser acelarado pela nova lei de apoio à comunicação social que o Governo Regional vai aprovar. Ao acabar com grande parte dos apoios à imprensa açoriana, Carlos César vai fechar a porta a muitos jornais pequenos. Resta saber se os faialenses conseguirão manter a sua aberta. E até quando!
Pelo que a experiência profissinal me permitiu conhecer do mercado faialense e dos bastidores dos três jornais faialenses, não tenho dúvidas em dizer que o principal problema dos jornais faialenses é falta de verbas para tudo. Mas apesar de ser o mais importante, não é o único grande problema.
Talvez dois jornais diários e um semanário sejam demais para um público limitado a uma ilha com pouco mais de 15 mil habitantes, mas esse público tornou-se ainda mais limitado no momento em que desinteressou da vida do burgo e passou a olhar exclusivamente para o seu próprio umbigo, que é como quem diz para os seus próprios interesses, sejam eles políticos ou financeiros.
Quem vê de fora os jornais, não sabe que há muitos que alugam o espaço de publicidade da imprensa faialense e depois não pagam o que devem. E se os jornais não recebem a publicidade que vendem, também não podem pagar a tempo e horas aos seus fornecedores e jornalistas. E se não pagam a tempo e horas, a credibilidade perde-se e a motivação para o trabalho acaba por desaparecer.
Entramos, portanto, num círculo vicioso que é muito difícil de quebrar. Ciclo este que ainda é reforçado por outros pequenos problemas, como os provocados pelos que exigem que se noticie as actividades de uma empresa ou instituição, a que se juntam os que retiram a publicidade ou desistem da assinatura de um jornal quando são alvos da mais pequena crítica.
Quando o mercado é pequeno, as alternativas não são muitas, e por mais que as pessoas pensem que é muito fácil pôr um jornal na rua, está provado que um jornal de qualidade não sobrevive sem dinheiro.
Ao criticar-se a ausência dos jornais na Internet, é preciso olhar para o outro lado também. É verdade que a Web pode ser um bom meio de publicitar os títulos, mas também pode ajudar a afundá-los. Não só porque os leitores têm tendência a deixar de comprar o jornal se o puderem ler online (ainda que só as notícias principais), mas também porque é precisar pagar a manutenção e a actualização da página na Internet.
Por mais barato que seja ter um jornal online, não podemos esquecer que todos os tostões contam para a sobrevivência dos pequenos. E, neste caso, a sobrevivência dos três jornais parece ser já um jogo de vida ou morte, cujo desfecho pode não demorar muito a ser conhecido.
Na verdade, esse desfecho corre mesmo o risco de ser acelarado pela nova lei de apoio à comunicação social que o Governo Regional vai aprovar. Ao acabar com grande parte dos apoios à imprensa açoriana, Carlos César vai fechar a porta a muitos jornais pequenos. Resta saber se os faialenses conseguirão manter a sua aberta. E até quando!
Parabéns à Secundária da Horta!
A Escola Secundária Manuel de Arriaga venceu o primeiro prémio do concurso nacional de jornais escolares, com o jornal “Arauto”. O prémio diz respeito à categoria de escolas secundárias e profissionais e só prova que, quando se aplicam a sério, os nossos faialenses podem chegar ao topo. O título “Arauto” é já uma marca da escola, de tão velhinho que é, mas este prémio só significa que se pode renovar o que é antigo sem perder a identidade e, sobretudo, a qualidade.
O concurso em questão foi organizado pelo jornal “Público” e pelo Ministério da Educação e é, sem dúvida, uma excelente forma de promover a escrita, a criativadade e o sentido crítico dos nossos jovens estudantes. Se continuarem assim, pode ser que a imprensa faialense volte a ter razões para se orgulhar.
O concurso em questão foi organizado pelo jornal “Público” e pelo Ministério da Educação e é, sem dúvida, uma excelente forma de promover a escrita, a criativadade e o sentido crítico dos nossos jovens estudantes. Se continuarem assim, pode ser que a imprensa faialense volte a ter razões para se orgulhar.
sábado, 12 de novembro de 2005
quinta-feira, 10 de novembro de 2005
quarta-feira, 9 de novembro de 2005
Jornais online
Estou furiosa.
Como é que é possível que o Faial não tenha um jornal online que seja?!?!
Não é de agora, sempre que me lembro vou ver se alguém já tratou do assunto, mas nada.
Houve quem já tivesse. Enfim.
Como é que é possível que o Faial não tenha um jornal online que seja?!?!
Não é de agora, sempre que me lembro vou ver se alguém já tratou do assunto, mas nada.
Houve quem já tivesse. Enfim.
terça-feira, 8 de novembro de 2005
Depois dos 30...
«Para todas as mulheres com mais de 30 anos... e para aquelas que têm medo de entrar nos 30... e para os homens que têm medo das mulheres com mais de 30!
À medida que vou envelhecendo, valorizo cada vez mais as mulheres com mais de 30 anos. Estas são apenas algumas das razões porque o faço:
- Uma mulher com mais de 30 nunca te acordará a meio da noite para perguntar "Em que é que estás a pensar?". Ela não se importa com o que tu pensas.
- Se uma mulher com mais de 30 não quer ver o jogo de futebol, não se senta a teu lado a lamentar-se. Ela faz alguma coisa que queira fazer. E, geralmente,é algo mais interessante.
- Uma mulher com mais de 30 conhece-se suficientemente bem a si própria para estar certa de quem é, o que quer e de quem o quer. Poucas mulheres com mais de 30 anos ligam alguma ao que tu possas estar a pensar sobre ela ou sobre oque ela está a fazer.
- As mulheres acima dos 30 têm dignidade. Raramente terão uma discussão aos gritos contigo na ópera ou no meio de um restaurante chique. No entanto, claro, se tu mereceres, não hesitarão em dar-te um tiro.
- As mulheres mais velhas são generosas nos elogios, muitas vezes não merecidos. Elas sabem o que é não ser apreciado.
- Uma mulher acima dos 30 tem segurança suficiente para te apresentar às amigas. Uma mulher mais nova acompanhada de um homem ignora frequentemente até a melhor amiga porque não confia no homem perto de outra mulher. Uma mulher com mais de 30 não se podia estar mais nas tintas se tu te vais sentir atraído pelas amigas dela, não porque confie em ti, mas porque sabe que elas não a trairão.
- As mulheres tornam-se psíquicas à medida que envelhecem. Nunca terás que confessar os teus pecados a uma mulher com mais de 30. Elas sabem sempre.
- Uma mulher com mais de 30 fica bem a usar um batom vermelho brilhante. O mesmo não se aplica às mulheres mais novas.
- Depois de ultrapassares uma ou outra ruga, vais ver que uma mulher com mais de 30 é de longe mais sexy do que qualquer colega mais nova.
- As mulheres mais velhas são correctas e honestas. Dizem-te imediatamente que és um idiota se te estiveres a comportar como tal. Nunca tens que tentar adivinhar em que pé estão as coisas entre vocês.
- Sim, nós elogiamos a mulher com mais de 30 por várias razões.
Infelizmente, não é recíproco.
Por cada mulher bela, inteligente, segura e sexy com mais de 30 anos, existe um careca, barrigudo, em calças amarelas a fazer figura de parvo com uma empregada de mesa de 22 anos.»
Escrito por Andy Rooney, apresentador do programa da CBS "60 Minutes".
*Já tinha lido isto por aí, mas como sei que as minhas amigalhaças não são de grandes navegações, deixo-vos o texto, em particular para as já trintonas, hehe.
Já consigo
Depois de problemas em entrar no blog, já consigo!!!
Esta mensagem é para o gadobravo......
BJS
Esta mensagem é para o gadobravo......
BJS
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