quinta-feira, 21 de julho de 2005

Novo ataque em Londres

Os terroristas gostaram da brincadeira e resolveram atacar Londres outra vez. Desta vez, as bombas são mais pequenas, mas parece que já há mortos e feridos também. Será que isto nunca vai acabar?

quarta-feira, 20 de julho de 2005

"Cântico Negro"

Pois é, depois deste tempo todo, resolvi aproveitar uns diazinhos de férias antes do regresso a casa para voltar ao pasto. Um dia destes, eu e a minha irmazinha Li, após uma descida do Zêzere de kayak, resolvemos regressar aos nossos tempos áureos em que decorávamos e declamávamos poemas. Enquanto visitámos o Castelo de Almourol, íamos nós recitando poemas... Pois é, devem estar a pensar: "estas gajas não batem bem da tola!"... Pois não...
Um desse poemas, embora seja um pouco "negro", sempre me fascinou. E por isso, resolvi deixá-lo aqui...

"Vem por aqui - dizem-me alguns com olhos doces,
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: Vem por aqui!
Eu olho-os com olhos lassos
(Há nos meus olhos, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali....

A minha glória é esta:
Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém!
- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe.

Não, não vou por aí! Só vou por onde me levam meus próprios passos...

Se ao que busco saber nenhum de vós responde,
Porque me repetis: Vem por aqui?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...

Se vim ao mundo foi só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho de avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátrias, tendes tectos;
Tendes livros, e tratados, e filósofos e sábios.

Eu tenho a minha loucura!
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o diabo é que me guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

Ah! Que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça defenições!
Ninguém me diga: Vem por aqui!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou.
Não sei para onde vou.
- Sei que não vou por aí!"

José Régio
(in "Poemas de Deus e do Diabo")

terça-feira, 19 de julho de 2005

Esta manada já tá toda de férias?

Dois meses depois, cá estou eu de novo para deixar a minha posta nesta casa. Com a anilha no dedo, a licença gozada e o trabalho em dia, parecem-me reunidas as condições para poder escrevinhar umas palavras a esta manada. Mas... Cadê ôces? Tá tudo de ferinhas é? Trocasteis os pastos verdejantes deste blogue pelas areia cinzenta de Porto Pim? Ou fosteis mesmo pastar para a Caldeira? E eu que pensava que a única desculpa aceitável era o excesso de trabalho! Deixem estar, que daqui a duas semanas já vos apanho! Mas, até lá... Bem, até lá, alguém tem de garantir uma boa posta de vez em quando, não é?

sexta-feira, 15 de julho de 2005

quarta-feira, 13 de julho de 2005

terça-feira, 12 de julho de 2005

Parabolescamente

Um dia, numa expedição, um cachorrinho começa a brincar entretido a caçar borboletas e quando se dá conta já está muito longe do grupo do safari. Nisto vê bem perto uma pantera a correr na sua direcção. Ao aperceber-se que a pantera o vai devorar, pensa rapidamente no que fazer. Vê uns ossos e um animal morto e põe-se a mordê-los. Entâo, quando a pantera está quase a atacá-lo, o cachorrinho diz: "Ah, estava deliciosa esta pantera que acabo de comer!"
A pantera pára bruscamente e desaparece apavorada pensando: "Que cachorro corajoso! Por pouco nao me comia também!"
Um macaco que estava numa árvore perto e que tinha assistido à cena, vai a correr atrás da pantera para lhe contar como foi enganada pelo cachorro. A pantera furiosa diz: "Maldito cachorro! Agora vamos ver quem come quem!" "Depressa!" - disse o macaco. "Vamos alcançá-lo."
O cachorrinho vê que a pantera vem de novo atrás dele com o macaco ás cavalitas e pensa... "O que faço agora?" O cachorrinho, em vez de fugir, senta-se de costas para a pantera como se não a visse e, quando esta está quase a atacá-lo, diz: "Raios partam o maldito macaco! Há meia hora que eu o mandei trazer-me outra pantera e ele ainda nao voltou!"

"Em momentos de crise, a imaginacao é mais importante que o conhecimento"
Albert Einstein

sexta-feira, 8 de julho de 2005

Parabéns, Malhada!

Muitos parabéns a mais uma trintona, que está em grande forma, grávida e linda!
Muitos beijos de uma ainda "vintona" (pelo menos por mais uns meses)!
Até breve!

quinta-feira, 7 de julho de 2005

Londres - BOMBAS

Alguém tem noticias do pessoal de cá que está em Londres?
- Isabel;
- Irmão da Ilídia e família;
- Lara (filha da Fátima Feijõ)

Obrigado