
quarta-feira, 13 de julho de 2005
terça-feira, 12 de julho de 2005
Parabolescamente
Um dia, numa expedição, um cachorrinho começa a brincar entretido a caçar borboletas e quando se dá conta já está muito longe do grupo do safari. Nisto vê bem perto uma pantera a correr na sua direcção. Ao aperceber-se que a pantera o vai devorar, pensa rapidamente no que fazer. Vê uns ossos e um animal morto e põe-se a mordê-los. Entâo, quando a pantera está quase a atacá-lo, o cachorrinho diz: "Ah, estava deliciosa esta pantera que acabo de comer!"
A pantera pára bruscamente e desaparece apavorada pensando: "Que cachorro corajoso! Por pouco nao me comia também!"
Um macaco que estava numa árvore perto e que tinha assistido à cena, vai a correr atrás da pantera para lhe contar como foi enganada pelo cachorro. A pantera furiosa diz: "Maldito cachorro! Agora vamos ver quem come quem!" "Depressa!" - disse o macaco. "Vamos alcançá-lo."
O cachorrinho vê que a pantera vem de novo atrás dele com o macaco ás cavalitas e pensa... "O que faço agora?" O cachorrinho, em vez de fugir, senta-se de costas para a pantera como se não a visse e, quando esta está quase a atacá-lo, diz: "Raios partam o maldito macaco! Há meia hora que eu o mandei trazer-me outra pantera e ele ainda nao voltou!"
"Em momentos de crise, a imaginacao é mais importante que o conhecimento"
Albert Einstein
sexta-feira, 8 de julho de 2005
Parabéns, Malhada!
Muitos parabéns a mais uma trintona, que está em grande forma, grávida e linda!
Muitos beijos de uma ainda "vintona" (pelo menos por mais uns meses)!
Até breve!
Muitos beijos de uma ainda "vintona" (pelo menos por mais uns meses)!
Até breve!
quinta-feira, 7 de julho de 2005
Londres - BOMBAS
Alguém tem noticias do pessoal de cá que está em Londres?
- Isabel;
- Irmão da Ilídia e família;
- Lara (filha da Fátima Feijõ)
Obrigado
- Isabel;
- Irmão da Ilídia e família;
- Lara (filha da Fátima Feijõ)
Obrigado
quarta-feira, 6 de julho de 2005
Parabéns à Vera!
Parabéns Parabéns!!!!!!!
Ía-te ligar para conversarmos um bocadinho, mas fui visitar o Cowboy Rodrigo e vi lá post, como achei tão querido quis fazer o mesmo! Coisa feia a inveja :)
Amiga, espero que tenhas um dia de anos muito feliz e rodeada de montes de amigos. Bem sei que não será o mesmo sem mim (hihi), mas tenho a certeza que com essa boa disposição contagiante que te caracteriza, vai ser um dia em cheio!
Um beijinho muito grande meu e de toda a tua família adoptiva faialense.
Até breve Vera.
terça-feira, 5 de julho de 2005
Duck Pond
Uma rapariga que trabalha em PDL (não, não é o bar, é mesmo a cidade!) e é da Horta não faz outra coisa senão ir à marina porque apesar de não ter nada a ver com a nossa, sempre cheira um bocadinho a mar e tem-se a ilusão que alguns daqueles iates hão-de pertencer a estrangeiros que cruzam o Atlântico - passado algum tempo, a ilusão passa e percebe-se que, ao contrário da Horta, são iates dos locais que nunca deixam o seu local do pontão a não ser para irem à vizinha Santa Maria ( e é quando é, Yemanjá!).
Bom, mas voltando ao tema... Gostava imenso que me explicassem de quem terá sido a soberana ideia de dotar a marina de PDL com patos. Pois eles lá estão, passeando entre os veleiros, calmamente e sem atritos na sua vida pateira... ;)
Patos ficam bem bonitos num lago. Por exemplo, no lago da Universidade - na verdade é tipo tanque limoso e esverdeado, mas tem o pomposo nome de "lago", que é para não assustar as visitas nem os caloiros que lá vão tomar banhoca todos os santos meses de Outubro, olé!
Mas numa marina... Valha-nos D-us! Dificulta o trânsito das embarcações ( a não ser que ele seja totalmente inexistente, o que a julgar pela pacatez dos patos e pela ideia de quem lá os pôs não será de desprezar...) . Ao menos, respeitem os meninos da Escola de Vela. Isso, o Clube Naval de Pdl tem e merece respeitinho. E, já agora, respeitem os patos que não gostam de água salgada que eu saiba...
Bom, mas voltando ao tema... Gostava imenso que me explicassem de quem terá sido a soberana ideia de dotar a marina de PDL com patos. Pois eles lá estão, passeando entre os veleiros, calmamente e sem atritos na sua vida pateira... ;)
Patos ficam bem bonitos num lago. Por exemplo, no lago da Universidade - na verdade é tipo tanque limoso e esverdeado, mas tem o pomposo nome de "lago", que é para não assustar as visitas nem os caloiros que lá vão tomar banhoca todos os santos meses de Outubro, olé!
Mas numa marina... Valha-nos D-us! Dificulta o trânsito das embarcações ( a não ser que ele seja totalmente inexistente, o que a julgar pela pacatez dos patos e pela ideia de quem lá os pôs não será de desprezar...) . Ao menos, respeitem os meninos da Escola de Vela. Isso, o Clube Naval de Pdl tem e merece respeitinho. E, já agora, respeitem os patos que não gostam de água salgada que eu saiba...
segunda-feira, 4 de julho de 2005
Voltei, voltei, voltei de lá...
Allo, Allo!!
Estou de volta gado amigo. Tenho andado a ler este tempo todo!!!! Agora já posso pastar as minhas barbaridades. Ai que bem que sabe voltar à nossa bela pastagem.
Por falar nisso, estou cheia de saudades das nossas vaquinhas lindas. Não vejo a hora de chegar ao nosso Faialzinho!!!!!! Este ano, estou com as minhas espectativas em alta. Só espero que o tempo colabore!
Por agora é só. Foi só para dar um ar da minha graça.
Beijos e abraços
Estou de volta gado amigo. Tenho andado a ler este tempo todo!!!! Agora já posso pastar as minhas barbaridades. Ai que bem que sabe voltar à nossa bela pastagem.
Por falar nisso, estou cheia de saudades das nossas vaquinhas lindas. Não vejo a hora de chegar ao nosso Faialzinho!!!!!! Este ano, estou com as minhas espectativas em alta. Só espero que o tempo colabore!
Por agora é só. Foi só para dar um ar da minha graça.
Beijos e abraços
Food for Thoughts
Sem politiquiçes, só para dar que pensar!
Portugal não se respeita
por Vasco Pulido Valente in Público
"Parece que Álvaro Cunhal foi uma figura "importante, "central", "ímpar" do século XX português. Muito bem. Estaline não foi uma figura "importante", "central", "ímpar" do século XX?
Parece que Álvaro Cunhal foi "determinado" e "coerente". Hitler não foi? Parece que Álvaro Cunhal era "desinteressado", "dedicado" e "espartano". Salazar não era? Parece que Álvaro Cunhal era "inteligente". Hitler e Salazar não eram? Parece que Álvaro Cunhal sofreu a prisão e o exílio. Lenine e Estaline não sofreram?
As virtudes pessoais de Álvaro Cunhal não estão em causa, como não estão as de Hitler, de Estaline, de Lenine ou de Salazar.
O que está em causa é o uso que ele fez dessas virtudes, nomeadamente o de promover e defender a vida inteira um regime abjecto e assassino. Álvaro Cunhal nunca por um instante estremeceu com os 20 milhões de mortos, que apuradamente custou o comunismo soviético, nem com a escravidão e o genocídio dos povos do império, nem sequer com a miséria indesculpável e visível do "sol da terra".
Para ele, o "ideal", a religião leninista e estalinista, justificava tudo.
Dizem também que o "grande resistente" Álvaro Cunhal contribuiu decisivamente para o "25 de Abril" e a democracia portuguesa.
Pese embora à tradição romântica da oposição, a resistência comunista, como a outra, em nada contribuiu para o fim da ditadura. A ditadura morreu em parte por si própria e em parte por efeito directo da guerra de África. Em França, a descolonização trouxe De Gaulle; aqui, desgraçadamente, o MFA. Só depois, como é clássico, Álvaro Cunhal aproveitou o vácuo do poder para a "sua" revolução. Com isso, ia provocando uma guerra civil e arrasou a economia (o que ainda hoje nos custa caro). Por causa do PREC, o país perdeu, pelo menos, 15 anos. Nenhum democrata lhe tem de agradecer coisa nenhuma.
Toda a gente sabe, ou devia saber, isto.
O extraordinário é que as televisões tratassem a morte de Cunhal como a de um benemérito da pátria. E o impensável é que o sr. Presidente da República, o sr. presidente da Assembleia da República, o sr. primeiro-ministro e dezenas de "notáveis" resolvessem homenagear Cunhal, em nome do Estado democrático, que ele sempre odiou e sempre se esforçou por destruir e perverter. A originalidade indígena, desta vez, passou os limites da decência.
Obviamente, Portugal não se respeita."
Portugal não se respeita
por Vasco Pulido Valente in Público
"Parece que Álvaro Cunhal foi uma figura "importante, "central", "ímpar" do século XX português. Muito bem. Estaline não foi uma figura "importante", "central", "ímpar" do século XX?
Parece que Álvaro Cunhal foi "determinado" e "coerente". Hitler não foi? Parece que Álvaro Cunhal era "desinteressado", "dedicado" e "espartano". Salazar não era? Parece que Álvaro Cunhal era "inteligente". Hitler e Salazar não eram? Parece que Álvaro Cunhal sofreu a prisão e o exílio. Lenine e Estaline não sofreram?
As virtudes pessoais de Álvaro Cunhal não estão em causa, como não estão as de Hitler, de Estaline, de Lenine ou de Salazar.
O que está em causa é o uso que ele fez dessas virtudes, nomeadamente o de promover e defender a vida inteira um regime abjecto e assassino. Álvaro Cunhal nunca por um instante estremeceu com os 20 milhões de mortos, que apuradamente custou o comunismo soviético, nem com a escravidão e o genocídio dos povos do império, nem sequer com a miséria indesculpável e visível do "sol da terra".
Para ele, o "ideal", a religião leninista e estalinista, justificava tudo.
Dizem também que o "grande resistente" Álvaro Cunhal contribuiu decisivamente para o "25 de Abril" e a democracia portuguesa.
Pese embora à tradição romântica da oposição, a resistência comunista, como a outra, em nada contribuiu para o fim da ditadura. A ditadura morreu em parte por si própria e em parte por efeito directo da guerra de África. Em França, a descolonização trouxe De Gaulle; aqui, desgraçadamente, o MFA. Só depois, como é clássico, Álvaro Cunhal aproveitou o vácuo do poder para a "sua" revolução. Com isso, ia provocando uma guerra civil e arrasou a economia (o que ainda hoje nos custa caro). Por causa do PREC, o país perdeu, pelo menos, 15 anos. Nenhum democrata lhe tem de agradecer coisa nenhuma.
Toda a gente sabe, ou devia saber, isto.
O extraordinário é que as televisões tratassem a morte de Cunhal como a de um benemérito da pátria. E o impensável é que o sr. Presidente da República, o sr. presidente da Assembleia da República, o sr. primeiro-ministro e dezenas de "notáveis" resolvessem homenagear Cunhal, em nome do Estado democrático, que ele sempre odiou e sempre se esforçou por destruir e perverter. A originalidade indígena, desta vez, passou os limites da decência.
Obviamente, Portugal não se respeita."
...
Isto não anda nada fácil para blogar. A ver se nos próximos dias sai qualquer coisa.
Abraços aos amigos do costume.
quarta-feira, 29 de junho de 2005
Pensamento do dia
Sexo e Amor
"Sexo não tem nada a ver com amor, tanto é que o governo me f*** há anos e eu não estou apaixonado por ele."
Zé Povinho
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