quarta-feira, 6 de julho de 2005

Parabéns à Vera!

Parabéns Parabéns!!!!!!!
Ía-te ligar para conversarmos um bocadinho, mas fui visitar o Cowboy Rodrigo e vi lá post, como achei tão querido quis fazer o mesmo! Coisa feia a inveja :)
Amiga, espero que tenhas um dia de anos muito feliz e rodeada de montes de amigos. Bem sei que não será o mesmo sem mim (hihi), mas tenho a certeza que com essa boa disposição contagiante que te caracteriza, vai ser um dia em cheio!
Um beijinho muito grande meu e de toda a tua família adoptiva faialense.
Até breve Vera.

terça-feira, 5 de julho de 2005

Duck Pond

Uma rapariga que trabalha em PDL (não, não é o bar, é mesmo a cidade!) e é da Horta não faz outra coisa senão ir à marina porque apesar de não ter nada a ver com a nossa, sempre cheira um bocadinho a mar e tem-se a ilusão que alguns daqueles iates hão-de pertencer a estrangeiros que cruzam o Atlântico - passado algum tempo, a ilusão passa e percebe-se que, ao contrário da Horta, são iates dos locais que nunca deixam o seu local do pontão a não ser para irem à vizinha Santa Maria ( e é quando é, Yemanjá!).

Bom, mas voltando ao tema... Gostava imenso que me explicassem de quem terá sido a soberana ideia de dotar a marina de PDL com patos. Pois eles lá estão, passeando entre os veleiros, calmamente e sem atritos na sua vida pateira... ;)

Patos ficam bem bonitos num lago. Por exemplo, no lago da Universidade - na verdade é tipo tanque limoso e esverdeado, mas tem o pomposo nome de "lago", que é para não assustar as visitas nem os caloiros que lá vão tomar banhoca todos os santos meses de Outubro, olé!

Mas numa marina... Valha-nos D-us! Dificulta o trânsito das embarcações ( a não ser que ele seja totalmente inexistente, o que a julgar pela pacatez dos patos e pela ideia de quem lá os pôs não será de desprezar...) . Ao menos, respeitem os meninos da Escola de Vela. Isso, o Clube Naval de Pdl tem e merece respeitinho. E, já agora, respeitem os patos que não gostam de água salgada que eu saiba...

segunda-feira, 4 de julho de 2005

Voltei, voltei, voltei de lá...

Allo, Allo!!

Estou de volta gado amigo. Tenho andado a ler este tempo todo!!!! Agora já posso pastar as minhas barbaridades. Ai que bem que sabe voltar à nossa bela pastagem.

Por falar nisso, estou cheia de saudades das nossas vaquinhas lindas. Não vejo a hora de chegar ao nosso Faialzinho!!!!!! Este ano, estou com as minhas espectativas em alta. Só espero que o tempo colabore!

Por agora é só. Foi só para dar um ar da minha graça.

Beijos e abraços

Food for Thoughts

Sem politiquiçes, só para dar que pensar!

Portugal não se respeita
por Vasco Pulido Valente in Público


"Parece que Álvaro Cunhal foi uma figura "importante, "central", "ímpar" do século XX português. Muito bem. Estaline não foi uma figura "importante", "central", "ímpar" do século XX?
Parece que Álvaro Cunhal foi "determinado" e "coerente". Hitler não foi? Parece que Álvaro Cunhal era "desinteressado", "dedicado" e "espartano". Salazar não era? Parece que Álvaro Cunhal era "inteligente". Hitler e Salazar não eram? Parece que Álvaro Cunhal sofreu a prisão e o exílio. Lenine e Estaline não sofreram?
As virtudes pessoais de Álvaro Cunhal não estão em causa, como não estão as de Hitler, de Estaline, de Lenine ou de Salazar.
O que está em causa é o uso que ele fez dessas virtudes, nomeadamente o de promover e defender a vida inteira um regime abjecto e assassino. Álvaro Cunhal nunca por um instante estremeceu com os 20 milhões de mortos, que apuradamente custou o comunismo soviético, nem com a escravidão e o genocídio dos povos do império, nem sequer com a miséria indesculpável e visível do "sol da terra".
Para ele, o "ideal", a religião leninista e estalinista, justificava tudo.
Dizem também que o "grande resistente" Álvaro Cunhal contribuiu decisivamente para o "25 de Abril" e a democracia portuguesa.
Pese embora à tradição romântica da oposição, a resistência comunista, como a outra, em nada contribuiu para o fim da ditadura. A ditadura morreu em parte por si própria e em parte por efeito directo da guerra de África. Em França, a descolonização trouxe De Gaulle; aqui, desgraçadamente, o MFA. Só depois, como é clássico, Álvaro Cunhal aproveitou o vácuo do poder para a "sua" revolução. Com isso, ia provocando uma guerra civil e arrasou a economia (o que ainda hoje nos custa caro). Por causa do PREC, o país perdeu, pelo menos, 15 anos. Nenhum democrata lhe tem de agradecer coisa nenhuma.
Toda a gente sabe, ou devia saber, isto.
O extraordinário é que as televisões tratassem a morte de Cunhal como a de um benemérito da pátria. E o impensável é que o sr. Presidente da República, o sr. presidente da Assembleia da República, o sr. primeiro-ministro e dezenas de "notáveis" resolvessem homenagear Cunhal, em nome do Estado democrático, que ele sempre odiou e sempre se esforçou por destruir e perverter. A originalidade indígena, desta vez, passou os limites da decência.

Obviamente, Portugal não se respeita."

...

Isto não anda nada fácil para blogar. A ver se nos próximos dias sai qualquer coisa.
Abraços aos amigos do costume.

quarta-feira, 29 de junho de 2005

Pensamento do dia

Sexo e Amor

"Sexo não tem nada a ver com amor, tanto é que o governo me f*** há anos e eu não estou apaixonado por ele."
Zé Povinho

segunda-feira, 27 de junho de 2005

Parabéns, Muuu!

Foi já no sábado, dia 25, mas não podia ficar sem deixar aqui os meus parabéns para uma das nossas ilustres colegas de pastagem, a Muuu!
Foi com muita satisfação que estive com ela nesse dia, em que tive oportunidade de conhecer a sua magnífica casa e de estar com a sua não menos magnífica família, com o Vasco com o seu novo visual de cabelo escovinha, o Xico pacholas e o porreiraço do Luís!

Beijinhos a mais uma trintona de alguém que vai ficando por aí na casa dos vinte por mais uns meses!

domingo, 26 de junho de 2005

A Verdade, o Bem e a Utilidade

In ancient Greece, Socrates was widely lauded for his wisdom.
One day the great philosopher came upon an acquaintance who ran up to him excitedly and said, "Socrates, do you know what I just heard about one of your students?"
"Wait a moment," Socrates replied. "Before you tell me I'd like you to pass a little test. It's called the Triple Filter Test."
"Triple filter?"
asked the acquaintance.
"That's right," Socrates continued. "Before you talk to me about my student let's take a moment to filter what you're going to say. The first filter is Truth. Have you made absolutely sure that what you are about to tell me is true?"
"No,"
the man said, "actually I just heard about it."
"All right," said Socrates. "So you don't really know if it's true or not. Now let's try the second filter, the filter of Goodness. Is what you are about to tell me about my student something good?"
"No, on the contrary ...".

"So," Socrates continued, "you want to tell me something bad about him, even though you're not certain it's true?".
The man shrugged, a little embarrassed. Socrates continued. "You may still pass the test though, because there is a third filter - the filter of Usefulness. Is what you want to tell me about my student going to be useful to me?"
"No, not really..."
"Well,"
concluded Socrates, "if what you want to tell me is neither True nor Good nor even Useful, why tell it to me at all?"
The man was defeated and ashamed. This is the reason Socrates was a great philosopher and held in such high esteem.

sexta-feira, 24 de junho de 2005

As coisas sempre foram assim...

Esta é um 'cadinho velhinha, mas traduz a realidade quase à boa velha maneira "parabolástica".

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jacto de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancada. Passado mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, sendo rapidamente retirado pelos outros que lhe bateram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e repetiu-se o facto. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..."

Porque é que se fazem certas coisas?

"É mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito "
Albert Einstein

Votos de um excelente fim de semana a todos!

quarta-feira, 22 de junho de 2005