Foi já no sábado, dia 25, mas não podia ficar sem deixar aqui os meus parabéns para uma das nossas ilustres colegas de pastagem, a Muuu!
Foi com muita satisfação que estive com ela nesse dia, em que tive oportunidade de conhecer a sua magnífica casa e de estar com a sua não menos magnífica família, com o Vasco com o seu novo visual de cabelo escovinha, o Xico pacholas e o porreiraço do Luís!
Beijinhos a mais uma trintona de alguém que vai ficando por aí na casa dos vinte por mais uns meses!
segunda-feira, 27 de junho de 2005
domingo, 26 de junho de 2005
A Verdade, o Bem e a Utilidade
In ancient Greece, Socrates was widely lauded for his wisdom.
One day the great philosopher came upon an acquaintance who ran up to him excitedly and said, "Socrates, do you know what I just heard about one of your students?"
One day the great philosopher came upon an acquaintance who ran up to him excitedly and said, "Socrates, do you know what I just heard about one of your students?"
"Wait a moment," Socrates replied. "Before you tell me I'd like you to pass a little test. It's called the Triple Filter Test."
"Triple filter?" asked the acquaintance.
"That's right," Socrates continued. "Before you talk to me about my student let's take a moment to filter what you're going to say. The first filter is Truth. Have you made absolutely sure that what you are about to tell me is true?"
"No," the man said, "actually I just heard about it."
"All right," said Socrates. "So you don't really know if it's true or not. Now let's try the second filter, the filter of Goodness. Is what you are about to tell me about my student something good?"
"No, on the contrary ...".
"So," Socrates continued, "you want to tell me something bad about him, even though you're not certain it's true?".
The man shrugged, a little embarrassed. Socrates continued. "You may still pass the test though, because there is a third filter - the filter of Usefulness. Is what you want to tell me about my student going to be useful to me?"
"No, not really..."
"Well," concluded Socrates, "if what you want to tell me is neither True nor Good nor even Useful, why tell it to me at all?"
The man was defeated and ashamed. This is the reason Socrates was a great philosopher and held in such high esteem.
"Triple filter?" asked the acquaintance.
"That's right," Socrates continued. "Before you talk to me about my student let's take a moment to filter what you're going to say. The first filter is Truth. Have you made absolutely sure that what you are about to tell me is true?"
"No," the man said, "actually I just heard about it."
"All right," said Socrates. "So you don't really know if it's true or not. Now let's try the second filter, the filter of Goodness. Is what you are about to tell me about my student something good?"
"No, on the contrary ...".
"So," Socrates continued, "you want to tell me something bad about him, even though you're not certain it's true?".
The man shrugged, a little embarrassed. Socrates continued. "You may still pass the test though, because there is a third filter - the filter of Usefulness. Is what you want to tell me about my student going to be useful to me?"
"No, not really..."
"Well," concluded Socrates, "if what you want to tell me is neither True nor Good nor even Useful, why tell it to me at all?"
The man was defeated and ashamed. This is the reason Socrates was a great philosopher and held in such high esteem.
sexta-feira, 24 de junho de 2005
As coisas sempre foram assim...
Esta é um 'cadinho velhinha, mas traduz a realidade quase à boa velha maneira "parabolástica".
Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jacto de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancada. Passado mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, sendo rapidamente retirado pelos outros que lhe bateram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e repetiu-se o facto. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..."
Porque é que se fazem certas coisas?
"É mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito "
Albert Einstein
Votos de um excelente fim de semana a todos!
quarta-feira, 22 de junho de 2005
Português
O mínimo que se pede a um professor - independentemente da sua área - é que escreva bem a sua língua. Não se pede que seja um Nobel, mas pelo menos que não cometa erros. É o mínimo.
terça-feira, 21 de junho de 2005
Dicionário pronto a usar
PALAVRAS QUE AS MULHERES USAM
5 MINUTOS
significa meia-hora, num relógio masculino.
NADA
significa "fizeste merda e põe-te a pau que estou muito chateada!". Haverá uma discussão que durará "5 minutos" dos delas...
ANDA LÁ (com sobrancelhas levantadas)
atenção, isto é um desafio! Significa que ela está aborrecida por causa de "Nada"...
ANDA LÁ (sobrancelhas normais)
simplesmente, "desisto" ou "quero lá saber". É bom sinal para os gajos.
(SUSPIRO PROFUNDO)
Esta não palavra exprime o vulgar pensamento: "porque perco eu tempo com este gajo idiota, discutimos e ele nunca me entende..."
(SUSPIRO BREVE)
contentamento. bom sinal para um gajo. altura de não mexer muito com ela. deixem-na estar... bom trabalhinho!
TÁ BEM
altamente perigoso!!! atenção, atenção!!! Ela vai pensar longamente antes de vos dar a próxima tacada que destruirá por completo o vosso raciocínio e / ou estratagema...
POR FAVOR, DIZ LÁ
uma oferta. ai ai... os gajos têm aqui a oportunidade escancarada para se desculparem das asneiras que fizeram... é melhor aproveitar com jeitinho para não receber um TÁ BEM no fim!
OBRIGADA
é genuíno. uma mulher não agradece em vão.
OBRIGADINHA
ui ui ui.... já se entornou tudo!!! houve uma ofensa, quem sabe até grave, seguir-se-á um SUSPIRO PROFUNDO. Depois, convém um gajo não dizer mais asneiras ou ela dirá "NADA, não se passa nada!". A discussão irá muito para além de 5 minutos...
5 MINUTOS
significa meia-hora, num relógio masculino.
NADA
significa "fizeste merda e põe-te a pau que estou muito chateada!". Haverá uma discussão que durará "5 minutos" dos delas...
ANDA LÁ (com sobrancelhas levantadas)
atenção, isto é um desafio! Significa que ela está aborrecida por causa de "Nada"...
ANDA LÁ (sobrancelhas normais)
simplesmente, "desisto" ou "quero lá saber". É bom sinal para os gajos.
(SUSPIRO PROFUNDO)
Esta não palavra exprime o vulgar pensamento: "porque perco eu tempo com este gajo idiota, discutimos e ele nunca me entende..."
(SUSPIRO BREVE)
contentamento. bom sinal para um gajo. altura de não mexer muito com ela. deixem-na estar... bom trabalhinho!
TÁ BEM
altamente perigoso!!! atenção, atenção!!! Ela vai pensar longamente antes de vos dar a próxima tacada que destruirá por completo o vosso raciocínio e / ou estratagema...
POR FAVOR, DIZ LÁ
uma oferta. ai ai... os gajos têm aqui a oportunidade escancarada para se desculparem das asneiras que fizeram... é melhor aproveitar com jeitinho para não receber um TÁ BEM no fim!
OBRIGADA
é genuíno. uma mulher não agradece em vão.
OBRIGADINHA
ui ui ui.... já se entornou tudo!!! houve uma ofensa, quem sabe até grave, seguir-se-á um SUSPIRO PROFUNDO. Depois, convém um gajo não dizer mais asneiras ou ela dirá "NADA, não se passa nada!". A discussão irá muito para além de 5 minutos...
DÚVIDA EXISTENCIAL
Com o Sócrates no governo, o Barroso na Comissão Europeia, e o Guterres na “Comissão dos Refugiados” ? nós fugimos para onde?!
segunda-feira, 20 de junho de 2005
Amazónia
Este texto é longo mas vale a pena lê-lo. Foi-me enviado já há algum tempo
Discurso do Ministro Brasileiro de Educação nos EUA...
Este discurso merece ser lido, afinal não é todos os dias que um Brasileiro dá um "baile" educadíssimo aos Americanos...
Durante um debate numa universidade nos Estados Unidos actual Ministro da Educação CRISTOVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazónia (ideia que surge com alguma insistência nalguns sectores da sociedade americana e que muito incomoda os brasileiros).
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um Brasileiro. Esta foi a resposta do Sr.Cristovam Buarque:
De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra internacionalização da Amazónia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse património, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro... O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazónia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazónia seja nossa. Só nossa! "
ESTE DISCURSO NÃO FOI PUBLICADO. Porque é muito importante ... mais ainda, porque foi Censurado.
Discurso do Ministro Brasileiro de Educação nos EUA...
Este discurso merece ser lido, afinal não é todos os dias que um Brasileiro dá um "baile" educadíssimo aos Americanos...
Durante um debate numa universidade nos Estados Unidos actual Ministro da Educação CRISTOVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazónia (ideia que surge com alguma insistência nalguns sectores da sociedade americana e que muito incomoda os brasileiros).
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um Brasileiro. Esta foi a resposta do Sr.Cristovam Buarque:
De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra internacionalização da Amazónia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse património, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro... O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazónia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazónia seja nossa. Só nossa! "
ESTE DISCURSO NÃO FOI PUBLICADO. Porque é muito importante ... mais ainda, porque foi Censurado.
domingo, 19 de junho de 2005
Só na língua portuguesa...
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor, português, pintava portas,paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu-lhe para pintar panelas; porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido,porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para o papá para permanecer praticando pinturas,preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirinéus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente,pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando, provavelmente, pequenas perfurações, pois,pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões lhe passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal.
Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque me pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. -Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. -Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papá Procópio partira para a Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para o Papá Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez o percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal.Porém, Papá Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
- Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
- Papá, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém,preferindo,poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, e partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.
Pisando pedras pontudas, Papá Procópio procurou Péricles, primo próximo,pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios,pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas.
Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando... Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.
E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer: "O Rato Roeu a Rolha da Garrafa do Rei de Roma?"
Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões lhe passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal.
Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque me pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. -Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. -Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papá Procópio partira para a Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para o Papá Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez o percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal.Porém, Papá Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
- Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
- Papá, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém,preferindo,poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, e partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.
Pisando pedras pontudas, Papá Procópio procurou Péricles, primo próximo,pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios,pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas.
Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando... Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.
E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer: "O Rato Roeu a Rolha da Garrafa do Rei de Roma?"
sexta-feira, 17 de junho de 2005
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