Hoje estou a ficar chatinha mas não posso falar de amor sem mencionar uma das mais lindas poesias sobre o seu significado. Para os noivos L&L, um pouquinho de Auden:
O Tell Me The Truth About Love
Some say that love's a little boy,
And some say it's a bird,
Some say it makes the world go round,
And some say that's absurd,
And when I asked the man next-door,
Who looked as if he knew,
His wife got very cross indeed,
And said it wouldn't do.
Does it look like a pair of pajamas,
Or the ham in a temperance hotel?
Does it's odour remind one of llamas,
Or has it a comforting smell?
Is it prickly to touch as a hedge is,
Or soft as eiderdown fluff?
Is it sharp or quite smooth at the edges?
O tell me the truth about love.
Our history books refer to it
In cryptic little notes,
It's quite a common topic on
The Transatlantic boats;
I've found the subject mentioned in
Accounts of suicides,
And even seen it scribbled on
The backs of railway-guides.
Does it howl like a hungry Alsatian,
Or boom like a military band?
Could one give a first-rate imitation
On a saw or a Steinway Grand?
Is its singing at parties a riot?
Does it only like Classical stuff?
Will it stop when one wants to be quiet?
O tell me the truth about love.
I looked inside the summer-house;
it wasn't ever there:
I tried the Thames at Maidenhead,
And Brighton's bracing air.
I don't know what the blackbird sang,
Or what the tulip said;
But it wasn't in the chicken-run,
Or underneath the bed.
Can it pull extraordinary faces?
Is it usually sick on a swing?
Does it spend all it's time at the races,
Or fiddling with pieces of string?
Has it views of it's own about money?
Does it think Patriotism enough?
Are its stories vulgar but funny?
O tell me the truth about love.
When it comes, will it come without warning
Just as I'm picking my nose?
Will it knock on my door in the morning,
Or tread in the bus on my shoes?
Will it come like a change in the weather?
Will its greeting be courteous or rough?
Will it alter my life altogether?
O tell me the truth about love.
W.H. Auden
terça-feira, 17 de maio de 2005
elBravinha
Como andei mesmo agora a escrever sobre o feliz acontecimento, lembrei-me da prenda de Natal da nossa bravinha e reparei que não tenho dado poesia a este blog faz tempo.
Há dias, lugares, pessoas, livros e filmes que mudam a nossa vida e a prenda de natal da Li foi o que me levou a apaixonar pelas palavras. Talvez por ter começado assim é que se torna dificil deixar a segurança da poesia anglosaxonica e partir para outras. Apesar de estar a começar a interessar-me por Haikus (poesia japonesa).
Aqui vai em honra do filme da minha juventude e da noiva, + linda de todos os tempos, com certeza!!!! um poema de Walt Whitman:
" O Captain! my Captain! our fearful trip is done, The ship has weather'd every rack,
the prize we sought is won, The port is near, the bells I hear, the people all exulting,
While follow eyes the steady keel, the vessel grim and daring; But O heart! heart! heart!
O the bleeding drops of red, Where on the deck my Captain lies, Fallen cold and dead.
O Captain! my Captain! rise up and hear the bells; Rise up- for you the flag is flung- for
you the bugle trills,
For you bouquets and ribbon'd wreaths- for you the shores
a-crowding,
For you they call, the swaying mass, their eager faces turning;
Here Captain! dear father!
This arm beneath your head!
It is some dream that on the deck,
You've fallen cold and dead.
My Captain does not answer, his lips are pale and still,
My father does not feel my arm, he has no pulse nor will,
The ship is anchor'd safe and sound, its voyage closed and done,
From fearful trip the victor ship comes in with object won;
Exult O shores, and ring O bells!
But I with mournful tread,
Walk the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead".
Há dias, lugares, pessoas, livros e filmes que mudam a nossa vida e a prenda de natal da Li foi o que me levou a apaixonar pelas palavras. Talvez por ter começado assim é que se torna dificil deixar a segurança da poesia anglosaxonica e partir para outras. Apesar de estar a começar a interessar-me por Haikus (poesia japonesa).
Aqui vai em honra do filme da minha juventude e da noiva, + linda de todos os tempos, com certeza!!!! um poema de Walt Whitman:
" O Captain! my Captain! our fearful trip is done, The ship has weather'd every rack,
the prize we sought is won, The port is near, the bells I hear, the people all exulting,
While follow eyes the steady keel, the vessel grim and daring; But O heart! heart! heart!
O the bleeding drops of red, Where on the deck my Captain lies, Fallen cold and dead.
O Captain! my Captain! rise up and hear the bells; Rise up- for you the flag is flung- for
you the bugle trills,
For you bouquets and ribbon'd wreaths- for you the shores
a-crowding,
For you they call, the swaying mass, their eager faces turning;
Here Captain! dear father!
This arm beneath your head!
It is some dream that on the deck,
You've fallen cold and dead.
My Captain does not answer, his lips are pale and still,
My father does not feel my arm, he has no pulse nor will,
The ship is anchor'd safe and sound, its voyage closed and done,
From fearful trip the victor ship comes in with object won;
Exult O shores, and ring O bells!
But I with mournful tread,
Walk the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead".
Piadinha
Em honra dos grandioso armazens El Corte Chinês que acabaram de abrir na nossa maravilhahosa e linda cidade aqui vai uma piadinha enviado por um Mouro, que só por acaso é um gajo todo porreiro:
" Su Wong marries Lee Wong.
The next year the Wongs have a new baby.
The nurse brings over a lovely, healthy, bouncy, but definitely Caucasian, white baby boy.
- "Congratulations" - says the nurse to the new parents.
"Well Mr. Wong, what will you and Mrs. Wong name the baby?"
The puzzled father looks at his new baby boy and says:
- "Well, two Wongs don't make a white, so I think we will name him... Sum Ting Wong".
P.S. esta piada foi contada num espirito de graça e sem qualqer sentimento racista por parte dos autores e qualquer semelhança com acontecimentos ou personagens reais são pura coincidência.
Já agora uma mensagem de aviso aos convidados do casorio que se adivinha - tá frio para caralho!!! se vem de roupa de verão é melhor pensar 2 vezes.Quem avisa amigo é!
" Su Wong marries Lee Wong.
The next year the Wongs have a new baby.
The nurse brings over a lovely, healthy, bouncy, but definitely Caucasian, white baby boy.
- "Congratulations" - says the nurse to the new parents.
"Well Mr. Wong, what will you and Mrs. Wong name the baby?"
The puzzled father looks at his new baby boy and says:
- "Well, two Wongs don't make a white, so I think we will name him... Sum Ting Wong".
P.S. esta piada foi contada num espirito de graça e sem qualqer sentimento racista por parte dos autores e qualquer semelhança com acontecimentos ou personagens reais são pura coincidência.
Já agora uma mensagem de aviso aos convidados do casorio que se adivinha - tá frio para caralho!!! se vem de roupa de verão é melhor pensar 2 vezes.Quem avisa amigo é!
segunda-feira, 16 de maio de 2005
Diálogos com os putos de hoje
Filho: Pai!
Pai:Humm...
Filho:Como é o feminino de sexo?
Pai: O quê?
Filho: O feminino de sexo.
Pai: Não tem.
Filho: Sexo não tem feminino?
Pai: Não.
Filho: Só há sexo masculino?
Pai: Sim. Quero dizer, não. Existem dois sexos, masculino e feminino.
Filho: E como é o feminino de sexo?
Pai: Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
Filho: Mas acabaste de dizer que há sexo masculino e feminino.
Pai: O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra sexo é sempre masculina. O sexo é que é masculino ou feminino.
Filho: Não deveria haver a sexa?
Pai: Não.
Filho: Mas porque não?
Pai: Porque não, merda! Desculpa, porque não. Sexo é uma palavra sempre masculina.
Filho: O sexo da mulher é masculino?
Pai: Sim. Não, não! O sexo da mulher é feminino.
Filho: E como é o feminino?
Pai: É sexo também. Igual ao do homem.
Filho: O sexo da mulher é igual ao do homem?
Pai: Sim. Ai... ! Olha... Há sexo masculino e feminino. Certo?
Filho: Sim.
Pai: Mas são duas coisas diferentes.
Filho: Certo, ok. Mas então qual é o feminino de sexo?
Pai: É igual ao masculino, filho!
Filho: Mas não são coisas diferentes?
Pai: Não! Ou melhor, sim! A palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não a palavra.
Filho: Então, não muda o sexo. É sempre masculino.
Pai: A palavra é masculina.
Filho: Não. "A palavra" é feminino. Se fosse masculino, seria "o palavro".
Pai: Epá... Vai brincar...
O puto vai, obediente, e entra a mãe.
Pai: Temos de vigiar este miúdo, Maria.
Mãe: Porquê?
Pai: Só pensa em Gramática!
Pai:Humm...
Filho:Como é o feminino de sexo?
Pai: O quê?
Filho: O feminino de sexo.
Pai: Não tem.
Filho: Sexo não tem feminino?
Pai: Não.
Filho: Só há sexo masculino?
Pai: Sim. Quero dizer, não. Existem dois sexos, masculino e feminino.
Filho: E como é o feminino de sexo?
Pai: Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
Filho: Mas acabaste de dizer que há sexo masculino e feminino.
Pai: O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra sexo é sempre masculina. O sexo é que é masculino ou feminino.
Filho: Não deveria haver a sexa?
Pai: Não.
Filho: Mas porque não?
Pai: Porque não, merda! Desculpa, porque não. Sexo é uma palavra sempre masculina.
Filho: O sexo da mulher é masculino?
Pai: Sim. Não, não! O sexo da mulher é feminino.
Filho: E como é o feminino?
Pai: É sexo também. Igual ao do homem.
Filho: O sexo da mulher é igual ao do homem?
Pai: Sim. Ai... ! Olha... Há sexo masculino e feminino. Certo?
Filho: Sim.
Pai: Mas são duas coisas diferentes.
Filho: Certo, ok. Mas então qual é o feminino de sexo?
Pai: É igual ao masculino, filho!
Filho: Mas não são coisas diferentes?
Pai: Não! Ou melhor, sim! A palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não a palavra.
Filho: Então, não muda o sexo. É sempre masculino.
Pai: A palavra é masculina.
Filho: Não. "A palavra" é feminino. Se fosse masculino, seria "o palavro".
Pai: Epá... Vai brincar...
O puto vai, obediente, e entra a mãe.
Pai: Temos de vigiar este miúdo, Maria.
Mãe: Porquê?
Pai: Só pensa em Gramática!
sexta-feira, 13 de maio de 2005
Ìndios
Um bravo indiozinho, filho do chefe Cabeça Grande Negra e Grossa, aproximou-se do pai numa manhã de radioso sol e perguntou-lhe:
- Meu pai, porque é que os nomes dos Indios são tão compridos e não são como os dos rostos-pálidos que se chamam Bill, Tex ou Sam?
- Filho, os nossos nomes são um símbolo da beleza natural de tudo o que acontece e representam a riqueza da nossa cultura na sua forma de expressão.
- Como assim meu pai?...
- Por exemplo, a tua irmã chama-se Lua Cheia no Grande Lago porque numa noite em que eu e a tua mãe passeávamos à beira dele numa noite de luar, abrigámo-nos, beijámo-nos e acasalámos.
- Humm ...
- Olha, o teu irmão chama-se Grande Corcel das Pradarias Imensas porque um dia vinha com a tua mãe a regressar à aldeia pela pradaria fora, estava muito sol, e resolvemos descansar, abrigámo-nos, beijámo-nos e ele foi gerado.
- Ah!...
- E que queres tu saber mais, meu pequeno Camisinha Frágil Importada da China?
Em pleno voo internacional
Em pleno voo internacional, daqueles que duram 13 horas, o piloto anuncia pelo sistema de som que o aviao estao a 10.000 pes do chao, a temperatura esta 12 graus, etc...etc...e deseja boa viagem a todos. Liga o piloto automático, mas esquece-se de desligar o som. Depois diz ao co-piloto, sem se dar conta de que esta toda a gente a ouvir: Hummn... (batendo na barriga). Agora vou dar uma cagada e comer a hospedeira. Lá fora, a hospedeira ouve e fica vermelha de vergonha, deixa cair a bandeja de cafe e sai a correr pelo corredor do aviao em direcção a cabine. Atravessa a classe económica disparada esbarra-se nas pessoas e derruba tudo o que encontra pela frente, ate que tropeça numa bengala de uma senhora idosa e cai.
A velhota a rir-se, diz:
Calma filha! Ele disse que vai cagar primeiro...
A velhota a rir-se, diz:
Calma filha! Ele disse que vai cagar primeiro...
quarta-feira, 11 de maio de 2005
Optimismo irrealista? [Sobre a Sida]
(...) É assim que a prevenção de comportamentos de risco nestas faixas etárias é fundamental, defende a psicóloga [Marina Carvalho, Univ. Lusófona]. De acordo com dois estudos que assentam em inquéritos, feitos entre 2003 e 2004 junto a 762 adolescentes e 1356 jovens adultos de todo o país, a maior parte dos inquiridos diz estar informada sobre as vias de transmissão e as consequências da doença, mas mesmo assim não alteram os seus comportamentos de risco.
O estudo conclui que existe um défice de motivação para mudar de comportamento.(...)
Público 11 Maio 2005
Preocupante?
(...)A português, das três áreas testadas, é sobretudo o conhecimento explícito da língua que causa mais problemas: mais de metade de respostas incorrectas ou não dadas. Também é difícil aos alunos expressar opiniões fundamentadas ou compreender informação que não está explícita no texto, muito provavelmente porque obriga ao "raciocínio dedutivo, com recurso a conhecimentos e experiências prévias". Já em 2003 tinha sido assim.
Quanto à expressão escrita, os resultados são melhores mas não passam do razoável. Por exemplo, no que respeita à riqueza do vocabulário, 74% dos alunos conseguem comunicar, embora utilizando palavras simples e com confusões pontuais.
È nas competências relativas à compreensão da leitura e expressão escrita e conhecimento explícito da língua que os alunos mais falham.(...)
Público 11 Maio 2005
terça-feira, 10 de maio de 2005
"Moral da História?"
Era uma vez um rapaz "chamado Rodge Lang.Os miúdos na escola chamavam-lhe Epp. Um dia, um cão abandonado seguiu Epp no caminho da escola para casa. Epp correu, mas o cão continuava a segui-lo. Epp atirou ao cão uma parte do seu almoço, mas o cão não o deixava. Por fim continuando, tentou assustar o animal com um pau, mas o cão continuava a segui-lo. Passadas algumas milhas, Epp começou a ficar intrigado. Conduziu o cão através de um caminho ladeado de roseiras-bravas. O cão seguiu-o. Atirou uma pedra ao cão, mas o cão não se afastou. Finalmente, o Epp deu um pontapé no cão. O cão não fugiu. Epp voltou a dar-lhe pontapés, repetidas vezes. O cão não se movia. Epp matou então o cão a pontapés. Depois pegou nele, levou-o para baixo da sua árvore preferida e enterrou-o ali."
In "A Regra de Quatro" de Ian Caldwell e Dustin Thomason
In "A Regra de Quatro" de Ian Caldwell e Dustin Thomason
Subscrever:
Mensagens (Atom)