MULHER: Se eu morresse, casavas outra vez?
MARIDO: Claro que não!
MULHER: Não? Não porquê? Não gostas de estar casado?
MARIDO: Claro que gosto.
MULHER: Então porque é que não casavas de novo?
MARIDO: 'Tá bem,casava...
MULHER: (com um olhar magoado) Casavas?
MARIDO: Então?...
MULHER: E dormirias com ela na nossa cama?
MARIDO: Onde é que tu querias que nós dormíssemos?
MULHER: E substituirias as minhas fotografias por fotografias dela?
MARIDO: É natural que sim...
MULHER: E ela ia usar o meu carro?
MARIDO: Não. Ela não tem carta...
MULHER: (silêncio)
MARIDO: Merda....
(Thanks, Luckycat, pelo mail...!)
sábado, 30 de abril de 2005
sexta-feira, 29 de abril de 2005
Einstein e os QI's
Albert Einstein foi a uma festa e não conhecia ninguém... logo foi tentando misturar-se aos convidados:
- Olá, como vai? - Perguntou ele.
- Vou muito bem, obrigado!
- Qual o seu Q.I.?
- 200
Então começou a conversar sobre física quântica, teoria da relatividade, bombas de hidrogénio, etc...
Andou mais um pouco e encontrou outra pessoa:
- Olá, como vai? - Perguntou ele, novamente.
- Eu vou bem, muito obrigado.
- Qual o seu Q.I. ?
- 170.
Então, novamente começou a conversar, só que desta vez sobre politica, desigualdade social, reforma agrária, etc.
Andou mais um pouco e encontrou uma terceira pessoa:
- Olá, como vai? - Perguntou ele.
- To bem!
- Qual o seu Q.I.?
- 100.
Então começou a conversar sobre desemprego, aumento dos combustíveis, Bin Laden, terrorismo, americanos, etc.
Andou mais um pouco e encontrou outra pessoa:
- Como està, tudo bem?
- Tà-se!- Qual o seu Q.I.?
- 50.
Então começou a falar sobre o Quinta dos Famosos, Big-Brother, CinhaJardim, etc.
Deu mais uma volta e encontrou outra pessoa e perguntou:
- Como vai, tudo bem?
- ía ...
- Qual o seu Q.I.?
- 10!
- E o seu Sporting, hein???
- Olá, como vai? - Perguntou ele.
- Vou muito bem, obrigado!
- Qual o seu Q.I.?
- 200
Então começou a conversar sobre física quântica, teoria da relatividade, bombas de hidrogénio, etc...
Andou mais um pouco e encontrou outra pessoa:
- Olá, como vai? - Perguntou ele, novamente.
- Eu vou bem, muito obrigado.
- Qual o seu Q.I. ?
- 170.
Então, novamente começou a conversar, só que desta vez sobre politica, desigualdade social, reforma agrária, etc.
Andou mais um pouco e encontrou uma terceira pessoa:
- Olá, como vai? - Perguntou ele.
- To bem!
- Qual o seu Q.I.?
- 100.
Então começou a conversar sobre desemprego, aumento dos combustíveis, Bin Laden, terrorismo, americanos, etc.
Andou mais um pouco e encontrou outra pessoa:
- Como està, tudo bem?
- Tà-se!- Qual o seu Q.I.?
- 50.
Então começou a falar sobre o Quinta dos Famosos, Big-Brother, CinhaJardim, etc.
Deu mais uma volta e encontrou outra pessoa e perguntou:
- Como vai, tudo bem?
- ía ...
- Qual o seu Q.I.?
- 10!
- E o seu Sporting, hein???
quinta-feira, 28 de abril de 2005
De volta ao cantinho
PARABÉNS pra nós pelos 1000, clap, clap, clap!
Pronto, voltei.
Agora, aturem-me, aqui e na Gata. Lol.
Vim a ler Hesse no avião. Vou partilhar um pouco com as vaquinhas - mimosas ou bravas. eh eh eh!
"Pretendia viver exclusivamente o que de espontâneo brotasse no meu íntimo. Por que razão se tornava isto de tal modo árduo?"
Herman Hesse, Demian
Pronto, voltei.
Agora, aturem-me, aqui e na Gata. Lol.
Vim a ler Hesse no avião. Vou partilhar um pouco com as vaquinhas - mimosas ou bravas. eh eh eh!
"Pretendia viver exclusivamente o que de espontâneo brotasse no meu íntimo. Por que razão se tornava isto de tal modo árduo?"
Herman Hesse, Demian
Os 10000
Estamos a chegar a um número histórico no nosso blog, e por isso é altura para a devida vénia a todas que postam e a todos os que cá vem comentar.
Está certo que destes 10000 a maior parte são os tais hits, as visitas repetidas ou melhor, os refresh's - e convenhamos - umas 3000 pelo menos devem ser minhas! :) Mas isso como não nos diz nada, ficamos contentes na mesma por ver o número crescer e pessoas como vós a passarem por cá.
Em piadas, em conversa mais séria ou menos séria, sobre comidas, sobre o tempo, sobre as ilhas ou sobre nós - o nosso obrigado aos já considerados da casa, e a todos os outros que dão cá um pulinho de vez em quando e sempre que podem.
Gostamos de vos ter por cá e ficamos todas muito agradecidas pela vossa simpatia partilhada connosco.
terça-feira, 26 de abril de 2005
Saudades de lapas
Sempre achei que as lapas tinham cheiro de mar. Talvez porque era o mar que me molhava quando, criança traquina, saltava de pedra em pedra para as apanhar, qual pescador destemido e cheio de trabalho. Ou talvez porque era a mar que me sabiam, quando as trincava ainda cruas, pouco depois de as arrancar das pedras onde momentos antes saltara.
Na altura, confesso que nem sequer gostava muito de as comer. Achava-as duras e fazia-me impressão ver os seus corninhos a mexer poucos antes de as meter na boca. Mas depois cresci e depressa aprendi a comê-las grelhadas com manteiga, bastante alho picado e massa de malagueta quanto baste. Depois, comecei a aventurar-me a saboreá-las cruas. Primeiro as pretas, mais tenrinhas, depois as brancas, mais bravas. Mas confesso que nada iguala o sabor das lapas mergulhadas no célebre “Molho Afonso”, uma receita tradicional do Faial quase em vias de extinção.
Aliás, as próprias lapas são já hoje, nos Açores, um petisco que está a desaparecer, fruto da apanha escessiva que já limpou as costas da maior parte das ilhas. O que me faz pensar que não deveria ter escrito um post sobre sobre as lapas enquanto delícias gastronómicas...
Na altura, confesso que nem sequer gostava muito de as comer. Achava-as duras e fazia-me impressão ver os seus corninhos a mexer poucos antes de as meter na boca. Mas depois cresci e depressa aprendi a comê-las grelhadas com manteiga, bastante alho picado e massa de malagueta quanto baste. Depois, comecei a aventurar-me a saboreá-las cruas. Primeiro as pretas, mais tenrinhas, depois as brancas, mais bravas. Mas confesso que nada iguala o sabor das lapas mergulhadas no célebre “Molho Afonso”, uma receita tradicional do Faial quase em vias de extinção.
Aliás, as próprias lapas são já hoje, nos Açores, um petisco que está a desaparecer, fruto da apanha escessiva que já limpou as costas da maior parte das ilhas. O que me faz pensar que não deveria ter escrito um post sobre sobre as lapas enquanto delícias gastronómicas...
sábado, 23 de abril de 2005
Será que estamos verdadeiramente interessados em evitar a derrocada da Democracia?
"A liberdade exterior que devemos atingir será unicamente em proporção exacta à liberdade interior que podemos ter desenvolvido num dado momento. E essa é uma opinião correcta de liberdade, a nossa principal energia deve ser concentrada em encontrar uma reforma interior."
"O verdadeiro democrata é aquele que por meios puramente não-violentos defende a sua liberdade e, por conseguinte, a sua terra e, finalmente, a liberdade de toda a humanidade."
"A democracia disciplinada e esclarecida é a coisa mais honesta do mundo. Uma democracia prejudicial, ignorante, supersticiosa, caminhará por si mesma para o caos e pode ser autodestruída."
" A democracia e a violência dificilmente podem caminhar juntas. Os Estados que hoje são nominalmente democráticos tornar-se-ão francamente totalitários ou, se quiserem tornar-se verdadeiramente democráticos, devem ser corajosamente não-violentos. É uma blasfémia dizer que a não-violência só pode ser praticada pelos indivíduos e nunca pelas nações, que são compostas de indivíduos."
M. K, Gandhi, Todos os Homens são Irmãos
sexta-feira, 22 de abril de 2005
O abortista
Fui certa vez ouvir uma conferência dada por um médico norte-americano chamado Bernard Nathanson, que, para começar, pousou as mãos abertas sobre a mesa e disse que aquelas mãos tinham feito muitos milhares de vítimas. Era um homem profundamente arrependido, que corria o mundo procurando resgatar alguma paz interior, um homem perseguido por terríveis remorsos. A utilização de uma nova tecnologia para estudar o feto no útero, quando se tornou director de um grande hospital de obstetrícia, fê-lo compreender a enormidade do seu erro.
Pessoalmente responsável por 75 000 abortos, tinha sido pioneiro do abortismo nos Estados Unidos, fundando o N.A.R.A.L com o propósito de revogar as leis americanas, que eram contrárias ao aborto. Em apenas cinco anos, de 1968 a 1973, apesar de a maioria dos americanos serem contra o aborto livre, conseguiu que este fosse legalizado até ao momento anterior ao nascimento.
Pessoalmente responsável por 75 000 abortos, tinha sido pioneiro do abortismo nos Estados Unidos, fundando o N.A.R.A.L com o propósito de revogar as leis americanas, que eram contrárias ao aborto. Em apenas cinco anos, de 1968 a 1973, apesar de a maioria dos americanos serem contra o aborto livre, conseguiu que este fosse legalizado até ao momento anterior ao nascimento.
Como o conseguiu? No seu livro The Hand of God conta tudo:
"A primeira táctica era ganhar a simpatia dos media. Convencemos os meios de comunicação de que permitir o aborto era uma causa liberal (…). Nós simplesmente fabricámos resultados de sondagens fictícias (...) - que 60% dos americanos eram favoráveis à liberalização do aborto (...). Poucas pessoas gostam de fazer parte da minoria (...). Enquanto o número de abortos ilegais era aproximadamente de 100 000, nós dizíamos incessantemente aos meios de comunicação que o número era de 1 000 000. A repetição de uma grande mentira convence o público. O número de mulheres que morriam em consequência de abortos ilegais era cerca de 250. O número que dávamos constantemente aos meios de comunicação era 10.000 (…)".
"A segunda táctica era atacar o catolicismo. Nós difamávamos sistematicamente a Igreja Católica e as suas "ideias socialmente retrógradas", e apresentávamos a hierarquia como o vilão que se opunha ao aborto. Esta música foi tocada incessantemente. Divulgávamos aos media mentiras como: "todos sabemos que a oposição ao aborto vem da hierarquia e não da maioria dos católicos", "as sondagens provam que a maioria dos católicos quer uma reforma"... E os media martelavam tudo isto sobre os americanos, persuadindo-os de que quem se opusesse ao aborto livre estava sob a influência da hierarquia católica e que os católicos favoráveis ao aborto eram esclarecidos e progressistas. O facto de que as outras religiões, cristãs e não cristãs, eram (e ainda são) completamente opostas ao aborto foi constantemente silenciado, assim como as opiniões dos ateus pró-vida."
"A terceira táctica era obscurecer e suprimir toda a evidência de que a vida se inicia na concepção. Uma táctica favorita dos abortistas é a ideia de que é impossível saber quando se inicia a vida humana; que isso é uma questão teológica, moral ou filosófica; nada científica. Ora a fetologia tornou inegável a evidência de que a vida se inicia na concepção... (…) A permissividade do aborto é claramente a inegável destruição de uma vida humana (…). Como cientista, eu sei - e não apenas "acredito" - que a vida humana se inicia na concepção".
Ó sua grande VACA
Já não se dá direitos de autor???? Olha que vou fazer queixa à Sociedade Portuguesa de Autores!!!
E olha que esta veio fresquinha de New York, com paragem em Puerto Rico e direitinha ao Faial...acho que não me importava nada de fazer a mesma viagem!
À cá cada email com sorte!
Mas prontos...... vou deixar passar esta para não andarem para aí a dizer que tenho mau feitio e sou má lingua!!!!MOI!!!!!!!!!!!!!!!!
Jinhos para todos no fim de semana grande da revolução dos cravos....bem me parecia que o 25 de Abril ainda ia servir para alguma coisa!!!piadinha, juro! Os fascistas dão-me urticária.
E olha que esta veio fresquinha de New York, com paragem em Puerto Rico e direitinha ao Faial...acho que não me importava nada de fazer a mesma viagem!
À cá cada email com sorte!
Mas prontos...... vou deixar passar esta para não andarem para aí a dizer que tenho mau feitio e sou má lingua!!!!MOI!!!!!!!!!!!!!!!!
Jinhos para todos no fim de semana grande da revolução dos cravos....bem me parecia que o 25 de Abril ainda ia servir para alguma coisa!!!piadinha, juro! Os fascistas dão-me urticária.
Momento Zen VI
Shortest Fairy Tale Ever
Once upon a time a guy asked a girl: "will you marry me?"
She said: "No"
And the guy lived happily ever after.
Once upon a time a guy asked a girl: "will you marry me?"
She said: "No"
And the guy lived happily ever after.
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