terça-feira, 22 de fevereiro de 2005

Uma beijoka...



...para os recém nascidos: Francisco da Mafi e Luís, António da Lina e Marinho e Simão da Paula e Zé Luís.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2005

Os regimes políticos, você e as suas duas vacas.

Comunismo (idealizado): Você tem duas vacas. Os seus vizinhos ajudam-no a cuidar da vaca e todos compartilham o leite.
Comunismo (v. 2) : Você tem duas vacas. Você cuida das vacas, mas todo o leite fica com o governo.
Ditadura militar: Você tem duas vacas. O governo fica com as duas vacas para alimentar os corruptos que o apoiam. Torturam e depois matam-o porque você é um subversivo perigoso.
Ditadura militar (v. 2): Você tem duas vacas. O governo fica com as duas e prendem-no para averiguações.
Fascismo: Você tem duas vacas. O governo fica com as duas vacas, contratam-no para cuidar das vacas e vendem-lhe o leite.
Democracia: Você tem duas vacas. Os vizinhos decidem como repartir o leite.
Democracia representativa: Você tem duas vacas. Você e os seus vizinhos marcam uma eleição para escolher quem irá dizer como o leite será repartido.
Ditadura militar latino-americana: Você tem duas vacas. O governo mata-o. Fica com as duas vacas, vende as vacas e manda o dinheiro para um banco suíço.
Democracia Surrealista: Você tem duas vacas. O governo aplica-lhe uma pesada multa porque um quintal não é lugar para criar duas vacas.
Democracia americana: O governo promete dar-lhe duas vacas se você votar nele. Após a eleição, o presidente é acusado de especular no mercado futuro de vacas. Importante jornal descobre o que existe por trás das vacas (!) e cria um escândalo chamado Cowgate (não confundir com o dentifrício). O presidente é forçado a renunciar e as vacas contratam advogado para processar o governo por quebra de contrato.
Democracia britânica: Você tem duas vacas. Você "brinca" tanto com as vacas que elas ficam loucas. O governo não está nem aí...
Democracia francesa: Você tem duas vacas. O governo baixa regras sobre a forma de as alimentar e ordenhá-las. Paga um gordo subsídio para você reduzir a produção para continuar facturando e não ter de ir procurar emprego na cidade. Depois, manda-o desfilar com as vacas em frente ao bar do zé.
Capitalismo: Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro.
Capitalismo (versão Hong Kong): Você tem duas vacas. Vende as três para uma empresa fantasma em nome do primo de uma namorada e depois compra as quatro vacas de volta com o financiamento obtido junto a um banco cujo gerente é seu amigo e com quem reparte o rebanho: quatro vacas para cada um.
Democracia brasileira: Você tem duas vacas. Você leva as duas vacas para uma exposição e vende dez vezes cada uma delas a dez pecuaristas que as compram com financiamento de banco oficial. Depois, você leva as vacas de volta para a sua fazenda e recebe as comissões dos compradores de vacas.
Democracia verde (politicamente correta): Você tem duas vacas. O governo manda-o soltá-las no pasto.
Democracia surrealista (v. 2): Você tem duas vacas cor de rosa. Elas flutuam placidamente sobre uma relva de cores fortes. O governo? No governo só há políticos honestos e eles não estão nem aí para suas vaquinhas amarelas.
Feudalismo: Você tem duas vacas. O senhor, le Baron de La Merde-Rouge, fica com a maior parte do leite para alimentar a sua, dele, família.
Democracia Portuguesa: Você tinha duas vacas mas comeu-as. Entretanto pediu um subsídio e comprou uma manada que está a passar fome, porque o seu dinheiro acabou com a compra do Porsche.

Outra versão aqui.

E pront's, lá se vão os nossos segredos...

...não é que um chico esperto que se diz cientista desenvolve um programa para entender as vacas?

Estamos muito bem, obrigadinha!


O que o país precisa...


Qualquer parecença é fruto de coincidência.

A nova era

Foi-se o Portas, foi-se o Santana.
Por mim íam-se todos de uma vez só, incluindo o Sócrates e afins.
Portugal precisava de uma mudança, mas uma mudança a sério que não passa pelos partidos pequenos também, passa antes por uma mudança de políticos. Onde diabo é que esta gente aprende política, em rodapés?
Seja como for, a ver vamos no que irá dar esta maioria absoluta. Há-de ser sempre cedo para falar, tamanho o rol de mudanças que se avizinham.
Parabéns às bravas socialistas, ao bravo que ainda não se sabe bem o que é, e às bravas social democratas que mesmo levando na cabeça se mantém firmes e hirtas.

domingo, 20 de fevereiro de 2005

Reflexões profundas

ஒரு காதல் வரலாறின் கடைசி சிந்தனை
குளித்த நாய்க்குட்டி
சிலிர்த்ததுபோல்உன்னை கண்டு
குளிர்ந்த அந்தக் கணம்கானக
மழையில் நனைந்த காற்றாய் காதலுடன் என் மனம்வீசும் வாடைக் காற்றில்பறக்கும் OH SR. SÒCRATES எரிந்த காகிதத் துகள்கள்ஓடிஓடி மனதில் படர்ந்தVAMOS ஒரு வெறுமையில்MESMO உயிர்த்துடிப்புநினைவுக் கடலில்தூக்கTER மீன்பிடிக்கும்நினைவுத்QUE தூண்டிLEVARல்கள்ஹூம்.ஐந்தறிவே CONSIGOஇருந்திருக்கலாம்.

Quem queira satisfações, favor dirigir-se aqui ---> சத்தமில்லாமல் ஒரு சங்கு

Sufismo

Faouzi Skali, 52 anos, sufi, antropólogo e professor da Universidade de Fez, em Marrocos, é o fundador e director do Festival das Músicas Sacras do Mundo, e foi eleito pela ONU, em 2001, como uma das 12 figuras mundiais que mais contribuíram para o diálogo entre culturas e civilizações.
(...)O sufismo tem simultaneamente um aspecto comunitário e social e um aspecto muito pessoal, porque é uma experiência que cada um deve fazer por si mesmo. Diz-se no sufismo que a experiência é um gosto, um sabor. Na experiência há graus de aprofundamento. É preciso um conhecimento de si próprio para uma pessoa se poder transformar. E, portanto, uma percepção das astúcias e das armadilhas interiores que nos impedem de evoluir. (...)
(...) Não se pode impor uma interpretação. É como a democracia. Não se pode impor a democracia. Portugal fez a sua revolução, ela não foi imposta. Cada um deve seguir o seu itinerário e descobrir o que é a liberdade, sem ter um impacto negativo na liberdade de outros. Impor-se aos outros é o contrário dos direitos humanos. Estas coisas parecem modernas mas são muito perigosas. É o que está a acontecer no Iraque. Milhares de pessoas morreram sem que isso tivesse sido a sua escolha. Até a democracia e os direitos humanos podem ser indevidamente usados. Temos de ser cautelosos. Não posso exigir aos cristãos que sejam a favor do aborto. O problema é se os cristãos transformarem uma convicção em decisão política. Eu sou a favor da democracia mas contra a democracia ideológica. (...)

sábado, 19 de fevereiro de 2005

Voto inútil


...Tenha a bondade de clicar na imagem senão não percebe nada :)

Day-After



Amanhã parece-me que vou acordar assim...

(Sem querer entrar em concorrência com a Charlotte)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2005

Obrar

Carlos de Inglaterra e Camilla Parker Bowles vão casar, já não é novidade nenhuma (e também a verdade é que não nos interessa nada) mas foi desta forma, que as autoridades inglesas, anunciaram ao mundo a sua aprovação do casamento homossexual.
A propósito - estará brevemente disponível nas livrarias uma nova versão da Bíblia, escrita pelos membros do BE após longas pesquisas nos Evangelhos Apócrifos. Consta inclusivé que a sua fama se está a alargar ao mundo da hermenêutica. O "chateio para viver e vivo para chatear" é já a sua máxima assumida e copiada por vários camaradas.
A problemática central desta nova obra gira em torno de Adão e Ivo, mas dizem as críticas que a teoria não é sustentada por razões óbvias - a ausência de ovários masculinos. Não obstante, o BE afirma que a teoria dos bébés serem trazidos pelas cegonhas tem consistência e que fundamenta a sua tese.
Carnap e Wittgenstein votam contra. Promete. A não perder.