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Olá amigas bravas! Estava eu a pensar com os meus botões, o quanto maravilhoso e potente é o ser o querer e o estar de uma mulher perante a vida (algumas). Lembrei-me de algumas características próprias de mulheres, e o quão fascinantes e raras nós somos por sermos ASSIM. Fazendo parte deste maravilhoso grupo “gado bravo” comecei a pensar e resolvi pesquisar e elaborar uma lista de comportamentos/atitudes que uma mulher brava tem ou poderá vir a ter, ou seja, uma mulher brava com pelo na venta que transpire e respire a vida com forte fúria SABE O QUE É: ☻ Passar a vida inteira lutando contra seu próprio cabelo; ☻ Saber de memória quem se casou, quem se separou e quem anda a “comer” quem; ☻ Ter uma bolsa que parece a nécessaire da avó do 007, de tantas coisas acumuladas e incríveis que existem dentro dela; ☻ Falar de intimidades que os homens nem sequer imaginam; ☻ Ser tratada como uma idiota pelos mecânicos de uma oficina; ☻ Fingir naturalidade durante um exame ginecológico; ☻ Ter crises conjugais, crises existenciais, crises de identidade, crises de nervos; ☻ Ser mãe solteira, mãe casada, mãe separada e mãe DELE; ☻ Lavar a cueca no chuveiro, e depois pendurá-la no corrimão da toalha (para horror do sexo masculino); ☻ Comer uma caixa inteira de bombons, e sentir-se destruída porque saiu da dieta; ☻ Descobrir que a sua relação e o mundo acabou, e depois descobrir que não era nada mais que a síndrome pré-menstrual; ☻ Dançar, cantar e caminhar no sétimo céu... só porque ele “ligou escreveu ou disse” (ÉS ESPECIAL, E VOU AMAR-TE SEMPRE); ☻ Brigar, só para depois fazer as pazes (hi hi hi); ☻ Dizer não, para que ele insista bastante, e depois dizer... SIM (hi hi hi); ☻ O milagroso poder curativo de... um beijo... um gesto...uma palavra doce; ☻ Ser santa, filósofa, professora, médica, psicóloga, administradora, cozinheira, taxista, juíza.... etc ...antes de perder as estribeiras; ☻ Peidar-se com forte fúria ao pé dele e não mostrar constrangimento; ☻ Arrotar e tirar cascos do nariz com naturalidade; ☻ Ficar passada ao vestir um trapo de há dois anos atrás e não conseguir enfia-lo (porra esta roupa mingou ou quê!); ☻ Olhar para a balança, com fúria dizer 10 palavrões dos mais grossos possíveis e admitir: “esta merda deve estar avariada”; ☻ Sentir-se realmente infeliz no banho, porque procurou aquele corpinho danone e não encontrou vestígios dele; ☻ Enfim, só uma mulher brava sabe o que é... ser mulher! Se existem incertezas acerca de uma catrefada de coisas sobre o grupo: formação, objectivos, nome, estatutos aqui vai minhas bravíssimas amigas o porquê da minha participação. ☻ Quero que este grupo nos dê oportunidade de desfrutar bravíssimos momentos de felicidade. Quero que o tempo transforme o medo em coragem e nos dê a liberdade de fazer acontecer...e deliciosamente experimentar a essência do prazer. Quero que a sabedoria afaste da nossa mente qualquer “mas”, e que o nosso momento seja pura inspiração...Um saboroso sonho que alimentará as lembranças no tempo...preservará nossa alma e nos confortará no futuro porque algo aconteceu. Rapidamente num piscar de olhos as horas passam e os momentos felizes correm ligeiros, num piscar de olhos os filhos crescem e geram netos, num piscar de olhos os netos folheiam as nossas vidas e vão-nos encantar de certeza ao deixarem um sorriso depois de ouvirem a fantástica história do grupo do “gado bravo”, ou simplesmente dizer “a minha avó era louca...!”. Até que vos ponha a vista em cima, continuem a ficar bem. Kiá kiá kiá |
quarta-feira, 6 de outubro de 2004
UMA MUUUUULHER BRAVA SABE O QUE É!!!!!!!
Prazer em ser uma Brava
Finalmente consegui!! Sinto-me como se tivesse acabado de entrar para uma sociedade secreta, tantos são os trilhos a seguir.
Esta foi, defenitivamente, uma ideia fantástica, a criação de uma manada brava! Sempre quis fazer parte de um blog (ou algo como o clube da Mónica) onde se... faz-se o quê...? Enfim, estou mesmo contente por estar numa manada. No entanto, gostaria muito de ver publicada a história da criação deste Gado Bravo, uma vez que estou (como sempre) a leste...
Viva o Gado Bravo!!
Esta foi, defenitivamente, uma ideia fantástica, a criação de uma manada brava! Sempre quis fazer parte de um blog (ou algo como o clube da Mónica) onde se... faz-se o quê...? Enfim, estou mesmo contente por estar numa manada. No entanto, gostaria muito de ver publicada a história da criação deste Gado Bravo, uma vez que estou (como sempre) a leste...
Viva o Gado Bravo!!
quarta-feira, 29 de setembro de 2004
Palavras sem culpas e sem rumo
Confesso que me esforcei por não ser a primeira. Confesso que fiz tudo para ignorar os apelos da brava mais brava de entre as bravas para aqui deixar o meu contributo. Primeiro, aleguei o excesso de trabalho. Depois, a falta de tempo para navegar na Internet. Por último, até a ressaca das férias. Mas, na verdade, não passaram de desculpas para o simples receio de escrever o meu primeiro post. Afinal, o meu mundo não é desta rede, como diria o escritor João de Melo. Palavras, normalmente prefiro-as em papel. Bem impressas, em folhas de todas as cores e de todos os feitios, ou até manuscritas, em folhas soltas ou caderninhos de capas coloridas. Este é, portanto, o começo de uma nova relação com palavras avulso. Serão palavras sem culpas e sem rumo, eternamente disponíveis para as bravas das ilhas, que se espalham por esse mundo fora. Mas também disponíveis para todos quantos se deixam perder de vez em quando, ou de quando em vez, pelo espírito bravio das ilhas. Que seja, pois, o começo de uma grande relação! Um brinde aos Bravos!
domingo, 26 de setembro de 2004
sexta-feira, 24 de setembro de 2004
O Peixoso
O Peixoso, um nosso fiel companheiro nas férias do Verão que apesar de cheirar mal sempre se aguentou connosco e nós com ele.
Numa das nossas bravas aventuras (neste caso, a suar alcoól a meio da montanha do Pico), recebi um telefonema. Era a perspectora do Peixoso a perguntar-me se não queria dar umas voltas com ele até que os seus progenitores chegassem. Como o pobrezinho estava parado, aceitei.
Lá subimos o purgatório, sempre com a mania que somos bravas (claro está), e regressámos no dia seguinte (amarelas de cansaço) à nossa ilha bonita - o Faial, e... lá estava ele no cais!
Oh visão das visões! No seu melhor, com todo o esplendor, cheio de pujança e de cagança - Era ele, o Peixoso.
Confesso que quando o vi fiquei um pouco apreensiva pelo seu aspecto abatido, mas tudo se desvaneceu quando tive o primeiro contacto com o mencionado. Estava bem vivinho apesar de todo o seu aspecto cabisbaixo. Além disso senti um cheiro a peixe que não enganava ninguém, só poderia estar "amantizado" ou "amigado" com alguém que pescava! Sem sombra de dúvida.
E foi assim o Verão todo, ligeirinho e com cheiro a peixe, quiçá não fosse essa a razão da sua vivacidade?
Teve ele uma paixão assolapada por alguém do mar? Sim, é o mais certo... mas nunca o saberemos porque ele não é de muitas conversas... Regressou aos progenitores bem mais enriquecido com a nossa convivência, sabemo-lo. No fundo até é bom que não fale muito senão sabe-se lá o que poderia dizer...
O facto é que foi um amigo, nunca nos faltou em nenhuma boleia nem deixou que fossemos apanhadas pela polícia em noites mais agrestes.
Ora não fosse o Peixoso um Fiat Panda 1000 esquentado descapotável de 1914 a cheirar a peixe cujos ferros da capota nos caiam na cabeça em curvas mais apertadas.
quinta-feira, 23 de setembro de 2004
Sopinha de Massa
Sopinha de Massa
Não apenas por solidariedade para com o JP, nosso espécime único do género aqui no pasto, mas também porque fomos agraciadas pelo 1º comentário a um post por parte do BJ DJ (Grão-Mestre do blog com menos colesterol na net), temos portanto e com todo o prazer, o dever de fazer o mínimo - publicitá-los. É coisa brava também, gravitem por lá quando puderem.
Não apenas por solidariedade para com o JP, nosso espécime único do género aqui no pasto, mas também porque fomos agraciadas pelo 1º comentário a um post por parte do BJ DJ (Grão-Mestre do blog com menos colesterol na net), temos portanto e com todo o prazer, o dever de fazer o mínimo - publicitá-los. É coisa brava também, gravitem por lá quando puderem.
quinta-feira, 9 de setembro de 2004
O Pseudo-Pastor
Enganem-se as Bravas que pensem que o acesso masculino ao nosso blog foi liberalizado!
Ao JP, o único touro bloguista presente, foi dada a benesse da honrosa participação pela sua disponível ajuda informática. A ele, as nossas sinceras boas vindas e aguardamos mais futuros contributos bravissímos.
Ao JP, o único touro bloguista presente, foi dada a benesse da honrosa participação pela sua disponível ajuda informática. A ele, as nossas sinceras boas vindas e aguardamos mais futuros contributos bravissímos.
O Gaijo da Casa
Apodicticamente, aos pares, só os tomates. Como os polícias. Desculpem a entrada abrupta, mas como gaijo tinha de relembrar este facto, na sequência do post da Grande Timoneira deste blog, a que assina Gado Bravo, a quem eu, mormente e nomeada, agradeço o convite formulado para chater mais gente com as coisas que amando para o ciberspaço. Fiquei muito sensibilizado por saber que, neste blog, era o único representante desse género que se dá o nome de masculino. Embora não saiba muito bem qual é o meu papel neste blog, julgo estar à vontade para dizer que, e à semelhança de outra publicação que recebe as minhas contribuições, ninguém sabe muito bem qual o papel a que a cada um compete. Agrada-me a ideia de disparates bravos. Por isso, cá estarei, de vez em quando, a escrever coisas que a ninguém interessa...
quinta-feira, 2 de setembro de 2004
O Péni
O Péni. Esta simples e inofensiva palavrinha que significa para muitos "o lugar onde está alojado o Tiko e o Teko", tem vindo a sofrer evolução. Não é um bravo descuido meu - é mesmo assim, Péni.
Passo a explicar. Numa das actividades bravissímas alguém disse: "Ai... o meu téni tá a magoar!" Ora bem, a problemática dos s's estende-se obviamente a outras tantas palavrinhas, se um sapato de desporto é téni e dois sapatos são ténis, então... Pois! É uma questão lógico/matemática.
Só se pode chamar ao dito cujo Péni, já que ele não tem mais irmãozinhos semelhantes a co-habitar nas redondezas.
Apodicticamente eles não se fazem aos pares... Bom, sejamos práticos... aos pares haveria um maior número de neurónios, mas por outro lado, a confusão gerava-se, seria o caos completo. Já é o que é...
segunda-feira, 26 de julho de 2004
O meu primeiro post...
Como já li em qualquer lado -------> "Qualquer um pode ter um Blog..." Claro que à boa maneira portuguesa, se qualquer um pode... - ENTÃO TAMBÉM QUERO! Não há pré-requisitos, é apenas deixarmo-nos levar na aventura e deixar escorrer pensamentos, úteis ou não, a terceiros e quartos e quintos e sextos... e a todos os que pertencem a algo e a todos os que não pertencem nem querem pertencer a nada. Quero que este seja mais um espacinho giro onde se escrevam coisas giras. Sem pretensões, especulações, falsas modéstias ou ilusórias humildades, manias ou manhas. Que seja simples. Apenas simples. Para complicar não se vem aqui fazer nada, basta-nos todo o resto. |
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